ON Crédito

Garantia Pública no Crédito Habitação

GARANTIA P

Se, ultimamente, tens visto as notícias, provavelmente já ouviste falar nesta nova medida de apoio do governo. Destina-se a fazer face à crise da habitação que se vive em Portugal. Embora ainda não haja decreto-lei aprovado enunciando todos os detalhes destas medidas, já se fala no que vai mudar. Neste artigo, vamos falar-te um pouco da medida da garantia pública no empréstimo bancário para aquisição de habitação. Para quem será? À partida, poderão beneficiar desta medida, todos os jovens desde os 18 até aos 35 anos de idade. Se estás dentro desta idade, mas já tens casa em teu nome, então infelizmente não poderás tirar partido deste benefício. Apenas poderão ser abrangidos aqueles que vão comprar o seu primeiro imóvel. Em relação à casa escolhida, o que se prevê é que o valor do imóvel não poderá exceder os 450.000€. Já em respeito a rendimentos do agregado familiar, o que o governo estipulou é que só poderão beneficiar desta medida, os jovens que não ultrapassem o 8º escalão do IRS. O que é essa garantia? Agora que já sabemos quem poderá beneficiar desta medida, vamos explicar-te do que se trata ao certo. Se nos segues regularmente, provavelmente já nos ouviste dizer que os bancos só financiam, no máximo 90% do valor de aquisição do imóvel. Bem, era assim até agora. Com esta nova medida, vai ser possível financiar 100% do valor do imóvel. O governo vai conceder uma garantia pública para cobrir até 15% do preço da casa, de forma a que possas financiar a entrada. Ou seja, se te enquadras no perfil que definimos acima, vais conseguir comprar a tua tão sonhada casa, mesmo não tendo os capitais próprios para a entrada. Ora, estamos a falar de uma alteração muito importante e que vai trazer um impacto muito grande para as jovens famílias. Para que percebas melhor, neste momento, para comprares uma casa de 150.000€, tens de ter pelo menos 15.000€ guardados, para a entrada. Porque o banco só financia 135.000€. Com este novo benefício, não precisas de ter nada guardado, o banco vai financiar os 150.000€ na totalidade. Outros benefícios Finalmente, para além da garantia pública que já falamos, o governo prevê ainda a isenção de impostos na compra da primeira casa. Estamos a falar do IMT e do imposto de selo. Com esta isenção, para além de não precisares de ter os 10% de entrada, também não precisas de te preocupar com as despesas destes impostos. Voltemos a pegar no exemplo acima. Para comprares uma casa de 150.000€, neste momento terás uma despesa de 2.479,30€, sendo que 1.200€ dizem respeito a imposto de selo, e o restante ao IMT. Se esta medida entrar em vigor, não terás despesa nenhuma com estes impostos. Também está prevista a isenção dos custos de registo predial da nova casa, mas não há ainda muita informação disponível a esse respeito. Falamos um pouco mais deste tema, neste vídeo no nosso canal de Youtube. Então, de certeza que já conseguiste perceber o impacto que estas medidas poderão ter nas jovens famílias. Assim que o diploma entrar em vigor, serão muitos os jovens a recorrer ao financiamento a 100% para, dessa forma, conseguirem finalmente comprar a sua primeira casa. Se já tens crédito habitação, então esta medida não é para ti. Contudo, podemos ajudar-te a negociar as tuas atuais condições, e poupar algum dinheiro. Se tiveres interesse, podes deixar o teu pedido aqui. Não te esqueças de nos seguires nas redes sociais, para ficares a par de todas as novidades.

Certificado Energético

CERTIFICADO ENERGÉTICO

Se estás a pensar comprar ou vender casa, ou mesmo construir, provavelmente já ouviste falar no certificado energético. Mas sabes quando é obrigatório apresenta-lo? O que é e como obter? Então, acompanha-nos neste artigo para descobrires. O que é o certificado energético? No fundo, é um documento que relata a eficiência energética de um imóvel. Ora, esta eficiência é determinada consoante as condições do imóvel e pode variar entre “A+” e “F”, sendo que “A+” é a melhor classificação e “F” a pior. Assim sendo, uma habitação com pouca eficiência energética é uma habitação pouco ecológica e pouco rentável, sendo por consequência, menos valorizada. O certificado energético é feito por peritos qualificados para o efeito. Estes profissionais avaliam o desempenho da habitação após visita e análise da mesma. Ou seja, no relatório é determinada a classe energética (entre “A+” e “F”) e são descritas as características do imóvel, como isolamento, ventilação, climatização e águas quentes sanitárias. Além disso, também são incluídas no relatório sugestões de melhoria da classificação. Estas sugestões tem o intuito de reduzir o consumo de energia e aumentar o conforto da casa, de forma a valorizar o imóvel. Quando é obrigatório apresentar o certificado energético? Desde dezembro de 2013 passou a ser obrigatório apresentar o certificado energético sempre que se venda ou arrende um determinado imóvel. Assim, qualquer edifício, quer seja novo ou antigo, que seja colocado à venda ou para arrendamento, necessita deste documento. Assim sendo, sem ele, nenhuma transação pode ser efetuada. Então, imagina que compraste a tua casa em 2010, quando não era obrigatório certificado energético. Se atualmente pretenderes vender a casa, este é um documento que vais ter de obter para o poderes fazer. Importa referir que o certificado tem prazo de validade. Normalmente, o prazo de validade é de 10 anos. Deste modo, se estás a pensar comprar casa, o vendedor deverá assegurar este documento. Podes ver neste artigo quais são os restantes documentos necessários para o processo de aquisição da tua casa. Como obter o certificado? Como vimos, este certificado é feito por peritos qualificados para o efeito. Ademais, podes consultar no site da SCE a lista de profissionais habilitados. Posto isto, deverás escolher o profissional, reunir a documentação necessária e agendar a visita. Portanto, os documentos que terás de apresentar para pedir o relatório são: -Caderneta predial do imóvel; -Plantas da casa; -Ficha técnica da habitação; -Certidão permanente do registo predial. Depois da visita, o perito vai redigir o relatório e depois entregar-te. Este processo tem custos, nomeadamente os honorários do perito e o valor do registo do certificado no Portal SCE. Contudo, vale referir que as despesas deste processo podem ser dedutíveis em sede de IRS. Porque é que este certificado é importante? Como mencionado, o certificado é obrigatório para vender o arrendar imóveis. Desta forma, é um documento importante para poderes comprar ou vender a tua casa. Assim, se estás a pensar recorrer a crédito habitação para aquisição de habitação, este será um requisito do banco. Para além disso, o certificado é um documento útil para identificar medidas de melhoria do conforto da tua casa e de redução dos custos de energia. Depois, no que diz respeito a crédito, vale frisar que determinados bancos oferecem um spread mais reduzido quando o imóvel tem classe energética A ou A+. Por fim, podes ter direito a usufruir de benefícios fiscais em sede de IMI ou IMT, ou redução de taxas para a reabilitação. Queres saber mais sobre este e outros assuntos? Segue-nos nas redes sociais e subscreve o nosso canal de Youtube, para não perderes nada.

Crédito para construção

CONSTRUÇÃO

Sonhas em construir a tua própria casa? Sabemos que, tal como a aquisição de habitação, a construção da casa pode ser um dos maiores investimentos da tua vida. Por essa razão, é importante que estejas informado sobre todo o processo de crédito, para que possas tomar as decisões mais acertadas. O que é o crédito para construção? O crédito para construção, engloba-se no regime dos créditos habitação e pode destinar-se a construção de habitação própria permanente, secundária ou para arrendamento. Ou seja, no fundo, é um crédito habitação cuja finalidade é, ao invés da habitual aquisição do imóvel, a construção do mesmo. Regra geral, está sujeito às mesmas regras dos créditos para aquisição de habitação e por isso os prazos são os mesmos. Relativamente às taxas de juro, cada banco estipula as suas próprias regras. Tal como acontece no crédito habitação tradicional, não há possibilidade de financiamento a 100%. O montante máximo que o banco vai financiar será sempre de 90%, podendo variar consoante a instituição bancária que escolheres. Posso recorrer a crédito para construção, mesmo sem ter um terreno? A resposta é sim. Atualmente é possível contratar crédito para aquisição de terreno e construção. Contudo, a regra é a mesma, o banco só vai financiar 90% do valor do terreno e 90% do valor da construção. Por exemplo, imagina que pretendes comprar um terreno pelo preço de 50.000€, e o orçamento para construção da moradia é de 200.000€. Ora, o banco vai financiar no máximo 45.000€ para aquisição do terreno e 180.000€ para a construção. O restante valor, terás de ser tu a inteirar com capitais próprios. Ainda assim, é uma boa opção se o teu sonho é construir casa e não tens terreno. Como é o processo? Embora o crédito para construção seja semelhante ao tradicional crédito habitação, o processo é ligeiramente diferente. Desde logo, tens de escolher o teu terreno e este terreno tem de ter viabilidade para construção. Podes aferir a viabilidade para construção na Câmara Municipal da zona em que se encontra o terreno. Se já tens terreno, deves certificar-te que o mesmo tem viabilidade. Depois, tens de apresentar um orçamento detalhado para a construção. É sobre este orçamento que o banco te vai conceder o financiamento. Para além disso, deves fornecer toda a documentação necessária para análise do pedido por parte do banco. O crédito foi aprovado? Parabéns, podes dar seguimento ao processo. Estando aprovado, vais escriturar o crédito e a aquisição do terreno, se for o caso. Importa referir que esta escritura tem custos, e terás também de fazer face aos custos dos impostos associados. Depois da escritura, o banco vai entregar-te a primeira tranche do crédito, para iniciares a construção da tua tão sonhada casa. Assim que a construção for avançando, o banco vai libertando mais tranches, até à conclusão da obra. Mas, antes de libertar estes montantes, a instituição bancária vai precisar fazer vistorias à obra, para se certificar que tudo está o correr bem e que o dinheiro está a ser realmente investido. Estas vistorias têm custos, que serás tu a suportar. Estes custos variam consoante o banco. Depois de construída a casa, é necessário requerer a licença de utilização na Câmara Municipal, para que tudo fique legal. Tendo a licença, estás livre para habitar finalmente a tua casa nova. A partir deste momento, o processo de crédito chegou ao fim e agora só precisas de te preocupar em pagar as prestações todos os meses. Quais os documentos necessários? Como viste, o processo de crédito para construção requer a apresentação de alguns documentos. Em primeiro lugar, o banco vai pedir-te documentos pessoais para poder analisar a tua taxa de esforço. (Podes saber mais sobre taxa de esforço aqui.) Estamos a falar de recibos de vencimento, extratos bancários, declarações de IRS, mapa de responsabilidades de crédito, entre outros documentos úteis para aferir a taxa de esforço. Se apresentares fiadores, vão pedir-te os mesmos documentos dessas pessoas. Relativamente ao imóvel, vais precisar de apresentar a caderneta predial do terreno, a licença de construção (ou o pedido de informação prévio casa ainda não tenhas licença), o orçamento para construção e o projeto de arquitetura. Se o terreno já é teu, podem ainda pedir-te a escritura de compra e venda ou doação do mesmo. Tendo em conta a instituição bancária que escolheres, pode ser necessário mais algum documento, pois cada banco tem as próprias regras internas de análise. Quais as principais vantagens? Agora que já sabes do que se trata este tipo de crédito e como se processa, vamos analisar as principais vantagens e desvantagens em relação ao tradicional crédito habitação. Comecemos pelas vantagens. Desde logo, uma das principais vantagens de construíres a tua própria casa, ao invés de comprar uma, é que tens mais liberdade de escolha. Podes escolher não só o tipo de casa que queres ter, o estilo, tamanho, acabamentos, etc., como também o local onde queres viver. Ao comprares uma casa pronta, não podes ter essa escolha. Outra vantagem, é que neste tipo de crédito existe a possibilidade de carência de capital. Significa que as primeiras prestações do crédito (normalmente durante a fase de construção) serão mais reduzidas. Neste período só estás a pagar juros, não vais amortizar capital. Isto pode ser positivo para conseguires juntar algum dinheiro nesta fase inicial. Em relação a impostos, também podemos afirmar que é mais vantajoso construir do que comprar casa. Uma vez que se trata de construção e não aquisição, não terás de pagar IMT. Vais pagar apenas IMT sobre a aquisição do terreno. Finalmente, outra vantagem poderá ser o custo. Sabemos que hoje em dia o mercado imobiliário está bastante inflacionado, e o preço das casas disponíveis está muito elevado. Se optares por construir a tua casa, provavelmente conseguirás poupar algum dinheiro. É claro que tudo depende do tipo de construção, fornecedores, etc. Mas, regra geral, compensa. Quais as principais desvantagens? Em primeiro lugar, a principal desvantagem de recorrer a crédito para construção, é a demora do processo. Como estás dependente

Cartão de crédito VS Crédito pessoal

CARTÃO DE CRÉDITO

Sabes qual a diferença entre um cartão de crédito e um crédito pessoal? Qual é o mais indicado para cada situação, e quais as vantagens e desvantagens de cada um? Se quiseres saber mais sobre este assunto, acompanha-nos neste artigo, onde vamos tentar elucidar-te sobre estes produtos financeiros. O que é um cartão de crédito? O cartão de crédito é um produto bancário, classificado pelo Banco de Portugal como um contrato de crédito ao consumidor. Com o cartão, podes efetuar pagamentos de bens e serviços e, por vezes, levantar dinheiro a crédito – é o que se chama adiantamento de numerário a crédito. Então, podemos dizer que o cartão de crédito é um meio de pagamento. O que é um crédito pessoal? O crédito pessoal é, da mesma forma, um contrato de crédito ao consumidor. Contudo, a sua finalidade é financiar a aquisição de bens de consumo, como por exemplo automóveis, móveis, projetos de educação ou saúde, ou mesmo viagens. No fundo, no crédito pessoal, a instituição financeira empresta-te uma quantia de dinheiro para um determinado fim. Com este contrato de crédito, ficas responsável pela restituição do montante do empréstimo, acrescido dos juros estipulados. Qual o mais indicado? Cartão de crédito ou crédito pessoal? Para saberes qual o produto mais vantajoso para a tua situação, precisas esclarecer qual é a finalidade do dinheiro. Se o que pretendes é um financiamento de baixo valor para fazer face a uma despesa pontual, então o mais indicado talvez seja o cartão de crédito. Vou dar-te um exemplo para que possas entender melhor. Imagina que o teu automóvel avariou de repente, e precisas de 500€ para o reparar. Neste momento, não tens essa liquidez disponível e precisas mesmo de reparar o carro para poderes deslocar-te. Como se trata de uma despesa pontual, ou seja, não prevês que precises de reparar o carro novamente num curto período de tempo, e é um valor relativamente baixo, podes usar um cartão de crédito para pagar essa despesa. Mais à frente vamos explicar-te como funcionam os pagamentos através do cartão. Agora, se o que pretendes é financiar um projeto ou uma compra com um valor significativo, provavelmente o mais indicado será pedires um crédito pessoal. Vamos pegar no mesmo exemplo do automóvel. Imagina que levas o carro à oficina, e o mecânico diz-te que o custo da reparação do mesmo é demasiado elevado, e que não te compensa repará-lo. Como precisas muito do automóvel para te deslocares, vais ter de comprar um novo. Mas, mais uma vez, não tens capital para essa compra neste momento. Então, a opção mais correta será pedires um crédito pessoal para financiares este novo carro. Vejamos então como funciona cada um. Como funcionam os pagamentos com cartão de crédito? Agora que já sabes o que é um cartão de crédito e quando podes utilizá-lo, vamos explicar-te como o podes fazer. Desde logo, importa referir que cada cartão de crédito tem um plafond. O plafond é o saldo, ou limite do cartão, e é estipulado pela respetiva financeira. Imagina que tens um cartão de crédito com plafond de 1.000€, significa que só podes utilizar 1.000€ para compras ou pagamentos. Assim que pagares os 1.000€, “recebes” o plafond de volta para utilizar. Ou seja, tudo o que gastares do plafond, terás de devolver. Normalmente, se pagares o valor utilizado na totalidade, no mês seguinte ao da utilização, não pagas juros. Contudo, isso vai variar de financeira para financeira. Quando optas por pagar o saldo utilizado em prestações, normalmente estás sujeito ao pagamento de juros. A taxa de juro também varia entre instituições. Por exemplo, imagina que utilizaste 500€ do cartão para pagares a reparação do teu veículo. Mas não consegues liquidar esse valor na totalidade no próximo mês e por isso optas por dividir o pagamento em 10 vezes. Embora o valor a restituir em cada mês seja de 50€ (500/10), vais pagar juros sobres esse valor, por isso vais pagar mais do que 50€. Essa diferença, é o lucro da financeira. Como funciona o crédito pessoal? Se estás a considerar pedir um crédito pessoal, é importante entenderes como funciona este produto. Em primeiro lugar, é importante referir que existem limites de crédito estipulados pelo Banco de Portugal. Segundo esta instituição, o crédito pessoal pode variar entre 200€ e 75.000€. No entanto, normalmente as financeiras só permitem pedir crédito pessoal a partir de 2.500€, e a maioria delas não vai até aos 75.000€, ficando-se pelos 50.000€, ou até 30.000€. Ou seja, cada instituição financeira tem as próprias regras de aprovação. Em relação ao prazo, o Banco de Portugal determina que o máximo são 84 meses, ou seja, 7 anos. Quando se trate de crédito automóvel, este prazo poderá ser estendido até aos 120 meses, ou seja, 10 anos. Regra geral, a prestação do crédito pessoal é fixa, o montante a pagar mensalmente em contrapartida do teu financiamento, será sempre o mesmo durante todo o período do contrato. Então, imagina que fazer um pedido de crédito pessoal no valor de 5.000€, a pagar em 84 meses. O valor a pagar será o mesmo durante os 84 meses. Com estes pagamentos estarás a amortizar o capital em dívida e a pagar juros à financeira. No final do contrato, não pagaste apenas os 5.000€ à financeira, pagaste mais devido aos juros. O valor, mais uma vez, dependerá da financeira. Cuidados a ter Por fim, vamos falar-te dos cuidados que dever ter com este tipo de produtos bancários. Se nos segues nas redes sociais, já sabes que a saúde financeira é um tema muito importante e que devemos tomar decisões inteligentes para vivermos da melhor forma possível. Infelizmente, cada vez é mais difícil fazer face às despesas normais do dia-a-dia, e torna-se necessário recorrer a crédito, quer seja cartão de crédito, quer seja crédito pessoal. Quando assim é, precisamos fazer as escolhas mais acertadas. Como intermediários de crédito vinculados pelo Banco de Portugal, podemos ajudar-te nessa escolha, podes deixar o teu pedido no nosso site, de forma totalmente

Taxa de juro: fixa, variável ou mista?

TAXA DE JURO

Se tens algum crédito ou estás a pensar em contratar, provavelmente já ouviste falar nas taxas de juro, que podem ser variáveis, mistas ou fixas. No entanto, para que tu possas entender a diferença entre elas, precisas primeiro entender este conceito de taxa de juro. O que são juros? No fundo, o juro é o preço do dinheiro. Imagina que contratas um crédito pessoal, o que tu vais pagar à instituição financeira em contrapartida do empréstimo, é o juro. Logo, é o preço do empréstimo. Da mesma forma, os bancos pagam-te juros em contrapartida de depósitos. Por exemplo, se constituis uma conta poupança, no final de um determinado prazo, o banco vai pagar-te juros sobre o dinheiro que tu depositaste. Ou seja, de certa forma, estás a emprestar dinheiro ao banco. O juro pode ser distinguido de várias formas, conforme o seu tipo. Desde logo, existem taxas de juro nominais e reais, taxas de juro simples e compostas, taxas fixas ou variáveis, etc. Neste artigo, vamos focar-nos nos juros dos créditos. Os juros dos créditos Como vimos anteriormente, os juros são o preço do dinheiro que o teu banco te empresta. É o lucro desta instituição financeira. Mas será que todos os créditos e produtos tem o mesmo preço? Não, as taxas de juros variam conforme o tipo de crédito que tu contratas. Ou seja, os juros que vais pagar por um crédito pessoal não são os mesmos que vais pagar por um crédito habitação, por exemplo. Geralmente, os juros que te são cobrados pelos créditos ao consumo (créditos pessoais, cartões de crédito, linhas de crédito, etc.) são mais elevados do que os juros cobrados pelos teus créditos hipotecários. Há duas taxas que tu provavelmente já ouviste falar: a TAN e a TAEG. Vejamos do que se trata: TAN significa taxa anual nominal. Esta taxa determina o montante da prestação que vais pagar pelo teu crédito. Ou seja, é a taxa a que serão cobrados os juros do teu empréstimo. TAEG significa taxa anual de encargos efetiva global. Esta taxa mede o custo total do teu crédito para ti, enquanto  consumidor. Para o cálculo da TAEG são considerados todos os custos associados ao teu crédito, como impostos e seguros por exemplo. No fundo, é uma medida de custo. Taxa fixa, variável ou mista Quando falamos em taxa fixa ou variável estamos a referir-nos à TAN. Normalmente, nos créditos ao consumo, como é o caso do crédito pessoal, a TAN é fixa. Nos créditos hipotecários é mais comum ouvirmos falar em taxa variável ou mista. A taxa fixa, tal como o próprio nome indica, mantém-se a mesma durante todo o período do crédito. Por exemplo, se contratares um crédito habitação com prazo de 30 anos, com uma taxa fixa de 4%, sabes que durante os 30 anos, a tua TAN será sempre de 4%. Já a taxa variável, varia conforme a Euribor e é atualizada num determinado período de tempo. Podes contratar taxa variável a 3, 6 ou 12 meses. A TAN, neste caso é a soma da Euribor com o Spread. Assim sendo, imagina que contrataste um crédito habitação com TAN variável a 6 meses. No momento em que o banco te concedeu o financiamento, a tua TAN foi calculada com base na Euribor que estava em vigor nesse dia. Passados 6 meses, a prestação será revista consoante a Euribor atual, e isso poderá refletir-se tanto num aumento como numa redução do valor da tua prestação mensal. Por fim, temos a taxa mista. Tal como o nome indica, esta taxa é um conjunto de taxa variável e taxa fixa. Existe um período inicial em que a TAN é fixa, e passado esse período passa a variável. O mais comum neste momento é de taxa mista entre 2 a 4 anos. A Euribor é a taxa de juro de referência do mercado monetário do euro e é determinada pelo Banco Central Europeu. Falamos mais sobre este tema neste artigo. Já o Spread é a componente da taxa que é determinada pelo banco e que, no fundo, se reflete no lucro do banco. Também podes saber mais sobre este tema aqui. Qual é a taxa de juro mais vantajosa? Esta é uma das questões que mais ouvimos diariamente, enquanto intermediários de crédito. No entanto, não há uma resposta certa para esta questão. A resposta é: depende. Depende daquilo que tu mais valorizas. Se pretendes mais estabilidade, e dás prioridade à segurança, então a taxa fixa poderá ser uma opção para ti. Com uma TAN fixa, sabes que a tua prestação mensal será exatamente a mesma durante todo o período do crédito. E isso é importante para conseguires ter uma estabilidade maior. Agora, se o que tu valorizas é poupança, então talvez devas ponderar uma taxa de juro variável. Isto porque a taxa variável é mais baixa do que a fixa, logo, consegues poupar algum dinheiro. Contudo, sabes que a cada 3, 6 ou 12 meses a tua prestação vai ser revista, e isso pode resultar num aumento, conforme a Euribor que estiver em vigor nessa altura. Há sempre um risco inerente. Finalmente, tens a opção da taxa mista. Esta opção tem sido bastante eleita pelos consumidores neste momento. Isto porque acaba por trazer a estabilidade da taxa fixa durante um período de tempo, normalmente entre 2 a 4 anos, e passado esse período é atualizada em conformidade com a Euribor. Neste momento existem boas opções no mercado para esta opção. Se tens crédito habitação a decorrer, talvez seja boa ideia analisares a tua situação atual porque podem existir melhores condições no mercado. Nós podemos ajudar-te com esta análise, de forma totalmente gratuita. Se tiveres interesse, podes deixar o teu pedido aqui. Nos últimos meses temos visto a Euribor subir desenfreadamente, tendo resultado num disparo absurdo das prestações dos créditos que foram contratados a taxa variável. É esperado que a Euribor reduza com o passar do tempo, por isso a opção de taxa mista pode ser uma boa opção. Falamos mais sobre

LTV

LTV

Está nos teus planos comprar casa com recurso a crédito habitação? Então com certeza já ouviste falar em LTV. Este é um dos termos com os quais vais ter de te familiarizar. Neste artigo vamos explicar-te o que é, como se calcula e qual a sua importância na aprovação do crédito. Acompanha-nos para saberes mais. O que é? Antes de mais nada, LTV é a sigla para Loan-to-Value. De uma forma muito resumida, podemos afirmar que se trata do rácio entre o valor do imóvel e o valor que o banco financia. Assim, é um indicador que os bancos utilizam para determinar o valor possível do teu financiamento. Contudo, o LTV é também chamado de “rácio financiamento garantia”. Isto porque o imóvel que vais comprar, servirá de garantia para o banco, no caso de entrares em incumprimento com o teu crédito. Agora, para melhor entenderes o conceito do LTV, precisamos primeiro debruçar-nos sobre o valor do imóvel. Como sabes, quando fazes um pedido de crédito habitação, a instituição bancária só financia uma parte do valor do imóvel (normalmente financiam 90%). O restante, terás de ser tu a assegurar com capitais próprios. Portanto, já vimos que o LTV é o rácio entre o valor do imóvel e o valor do crédito. Sabemos que o valor do imóvel a considerar poderá ser o valor da avaliação ou o valor de aquisição, consoante o que for menor entre os dois. O valor de aquisição é o que vais pagar ao vendedor, que ficará registado na escritura de compra e venda. Já o valor de avaliação é o que resultar da avaliação feita pelo perito nomeado pelo banco. São analisados um conjunto de critérios para determinar este valor, como o estado do imóvel, a zona envolvente, o mercado imobiliário na mesma área, entre outros fatores. Como se calcula? Desde logo, cada instituição bancária pode definir o LTV máximo para calcular o valor máximo de financiamento. Ora, segundo as regras do Banco de Portugal, o LTV não pode ser superior a 90% quando se trata de crédito habitação para aquisição ou construção de habitação própria e permanente, e 85% quando seja para aquisição de habitação secundária. Neste vídeo falamos um pouco mais sobre este tema. Assim, como vimos, o valor a considerar para este rácio é o menor entre o valor de aquisição e o valor da avaliação. Ora então, vamos supor que vais comprar uma casa por 175.000€, que foi avaliada pelo perito do banco em 200.000€. Assim, o rácio será calculado com base nos 175.000€, pois é o menor dos dois valores. A percentagem do LTV pode ser fixada livremente pelo banco. Então, imagina que este banco que aprovou o teu crédito habitação aplica um LTV de 90%. A conta é simples, 175.000€ x 90% = 157.500€. Ora, o teu banco vai financiar 157.500€. Os restantes 17.500€, terás de ser tu a pagar. Qual a importância do LTV no crédito habitação? Continuando, já vimos que o LTV é um parâmetro essencial para determinar o montante que o banco vai libertar de financiamento para comprares a tua casa. Ou seja, para os bancos, o LTV serve como uma forma de análise de risco da operação. Quanto maior for o LTV, maior é o risco do teu banco, porque o valor do teu crédito é elevado em relação ao valor do imóvel. Vamos pegar no mesmo exemplo para conseguires entender melhor. Imagina que acabaste por contratar o teu crédito habitação e o banco emprestou-te os 157.500€ para comprares a tua casa. Passados uns meses, deixas de cumprir com a obrigação de pagar as prestações, e o banco acaba por penhorar a tua casa. (Para saberes mais sobre garantias, podes ler este artigo do nosso blog). Em suma, esta casa é a garantia que o banco tem para reaver o dinheiro que tu deixaste de pagar. Ora, quanto maior for o valor da casa, em relação ao valor do empréstimo, menos risco confere ao banco. Assim, podemos afirmar que quanto menor o LTV, menor o risco suportado pelo banco. Que impacto tem a avaliação do imóvel? Já sabemos que o valor a considerar para o cálculo do LTV será o menor entre o valor de aquisição e o valor da avaliação. Imagina que vais comprar a casa por 175.000€. Se partirmos do princípio que este é o menor dos dois valores, o banco vai financiar 157.500€. Agora, imagina que o perito avaliador do banco avalia a tua casa em apenas 165.000€. Assim sendo, este será considerado o valor para cálculo da LTV. Logo, 165.000€ x 90% = 148.500€. Então, neste caso, terás de entrar com capitais próprios de 26.500€ (175.000€ – 148.500€). Assim sendo, como vês, a avaliação do imóvel é muito importante, porque pode causar uma redução do valor do teu financiamento. Por isso, quando escolheres a casa que vais comprar tenta perceber se a mesma tem potencial para ser avaliada num valor suficiente para conseguires aprovar o máximo de financiamento para o crédito habitação. Por fim, estás a pensar comprar casa? Então, podes deixar aqui o teu pedido para tentarmos ajudar.

Taxa de esforço

TAXA DE ESFORÇO

Muito se ouve falar em taxa de esforço, mas afinal, é assim tão importante? Neste artigo vamos explicar-te tudo sobre esta medida, como calcular e formas de a diminuir. Vamos dar-te exemplos práticos para que entendas tudo de forma simples. Acompanha-nos para saberes mais. Taxa de esforço – o que é? De uma forma resumida, podemos dizer que a taxa de esforço é a relação entre o teu rendimento líquido e as prestações de créditos que pagas. Ou seja, serve para medir a tua capacidade para suportares uma nova mensalidade. Esta medida é essencial para aprovação de um crédito, e é um dos primeiros fatores que as financeiras vão analisar quando submeteres um pedido de crédito. A tua taxa de esforço vai ser analisada não só quando submeteres um novo pedido de crédito, mas também quando pedires uma renegociação de crédito, por exemplo. Como se calcula? Para analisar esta taxa, a instituição financeira vai ter em atenção o teu rendimento líquido mensal (normalmente a média dos últimos 3 meses) e as prestações que tens relativas a créditos pessoais, habitação, automóvel, linhas de crédito e mesmo cartões de crédito. Para calcular o rendimento líquido são considerados os salários, as rendas, as pensões e reformas e outros rendimentos mensais fixos declarados em IRS. A fórmula para se efetuar este cálculo é a seguinte: Taxa de esforço = Prestações / Rendimento líquido x 100 Vamos dar-te um exemplo prático. A Inês tem 2 créditos: 1 habitação, cuja prestação mensal é de 350€, e um automóvel cuja prestação é de 215€. No total, a Inês tem prestações mensais de 565€. O salário líquido dela é de 1.200€. Vejamos então a taxa de esforço da Inês: Taxa de esforço = 565 / 1.200 x 100 Taxa de esforço da Inês = 47,08% Existe uma taxa de esforço ideal? Idealmente, esta medida não deve ultrapassar um terço do teu rendimento líquido. Isto significa que a taxa de esforço ideal anda em torno dos 33%. Contudo, não existe um valor certo. Cada financeira tem as suas próprias regras e esta medida pode ser diferente em cada uma delas. Também difere de acordo com o tipo de crédito que pretendes pedir. Regra geral, no crédito habitação a taxa pode ser ligeiramente superior, em relação aos créditos ao consumo. No entanto, a tua taxa de esforço nunca poderá ser superior a 50%, segundo a recomendação do Banco de Portugal. Voltemos ao caso da Inês, sendo que o salário líquido dela é de 1.200€, para cumprir a taxa de esforço ideal, ela não deveria ter mais do que 396€ em prestações. Como posso reduzir a minha taxa de esforço? Ora, já vimos que a taxa de esforço é a relação entre rendimentos líquidos e prestações. Então, para conseguires reduzir a tua taxa tens duas opções: aumentar os teus rendimentos ou diminuir as tuas prestações. É claro que na prática, nem sempre é tão simples como parece. Contudo, a tua vida financeira é muito importante, e deverás fazer o possível para a melhorar, sempre que tenhas oportunidade. Para aumentares os rendimentos, podes procurar um part-time ou uma forma de conseguires algum dinheiro extra ao final do mês. Também podes tentar procurar um novo emprego, com melhores condições. Nem sempre é fácil, mas não custa tentar. Para diminuíres os teus gastos mensais com prestações podes tentar renegociar os teus créditos, fazer um crédito consolidado ou uma transferência do crédito habitação. Um crédito consolidado serve para juntares vários créditos num só, de forma a reduzir o valor final da prestação. Falamos mais sobre este tema neste artigo. Já com a transferência do crédito habitação, consegues encontrar melhores condições para a tua situação, podendo ainda juntar créditos pessoais que também possas ter. Para saberes como funciona, convidamos-te a ler este artigo. O nosso conselho Agora que já sabes o que é a taxa de esforço e como se calcula, já sabes porque é que as financeiras te pedem os recibos de vencimento, IRS e o mapa de responsabilidades de crédito do Banco de Portugal. Todos estes documentos servem para calcular a tua taxa de esforço e assim decidir se é possível ou não aprovar o teu pedido de crédito. Cuida da tua vida financeira e não deixes que a tua taxa de esforço chegue ao limite. Se te encontras numa situação difícil com os créditos pessoais, deixa aqui o teu pedido para te tentarmos ajudar. Se o teu problema é a prestação do crédito habitação, que não para de aumentar, podes transferir o teu crédito habitação para outro banco, de forma a melhorares as tuas condições atuais. Como intermediários de crédito vinculados, podemos ajudar-te com este processo. Se tens interesse podes deixar aqui o teu pedido. Por fim, se quiseres saber mais sobre este e outros assuntos, podes ver o nosso canal de Youtube, e aproveita para te inscreveres, para ficares a par de todas as dicas importantes. Também nos podes seguir nas redes sociais, onde publicamos todos os dias informação relevante, encontra-nos aqui.

Crédito consolidado

Se nos acompanhas regularmente, com certeza já ouviste falar em crédito consolidado. O crédito consolidado, no fundo, serve para juntar vários créditos pessoais, automóveis ou cartões de crédito. É uma forma de poupares algum dinheiro ao fim do mês e de conseguires organizar melhor a tua vida financeira. Contudo, como em qualquer outro crédito, é importante que estejas a par de toda a informação relevante, para que tomes decisões acertadas. Neste artigo, vamos tentar explicar-te como funciona este tipo de crédito. Que tipo de créditos posso juntar? Então, já vimos que o crédito consolidado serve para juntar vários créditos. Mas será que podes juntar tudo, sem exceção? Não. Se tiveres crédito habitação, não podes juntá-lo num crédito consolidado. Se este é o teu caso, a solução é a transferência do crédito habitação. Assim sendo, no consolidado, só podes juntar créditos ao consumo: créditos pessoais, automóveis, renováveis e linhas de crédito, ou cartões de crédito. Posso fazer um crédito consolidado, mesmo estando em incumprimento bancário? A resposta é não. Se estás numa situação de incumprimento registado no Banco de Portugal, infelizmente não poderás recorrer a crédito consolidado. Aliás, nesta situação não podes recorrer a nenhum tipo de crédito. Ou seja, terás de regularizar a tua situação, aguardar que o registo fique atualizado no Banco de Portugal, e só depois poderás tentar aprovar o pedido de crédito consolidado. Não sabes como regularizar a situação? Convidamos-te a ler este artigo, onde falamos mais sobre o assunto. Qual o montante e o prazo máximo? Tal como qualquer outro tipo de crédito, o consolidado também está sujeito às regras do Banco de Portugal. Ora, segundo as normas desta instituição, o montante máximo permitido para créditos ao consumo é de 75.000€. Apesar disso, as financeiras podem estabelecer limites inferiores. Agora, somaste todas as tuas responsabilidades de crédito e o resultado é superior a 75.000€? Não vais conseguir juntar todos os créditos. A sugestão é juntar o máximo possível, e deixar alguns de fora. Se esta for a tua situação, prioriza liquidar os cartões de crédito. Em relação ao prazo permitido, o Banco de Portugal estabelece o prazo máximo de 84 meses, ou seja, 7 anos. Esta é a regra geral e é aplicada pela maioria das instituições financeiras. Todavia, há algumas financeiras que conseguem estender este prazo até aos 120 meses, ou seja, 10 anos. Se tiver créditos em conjunto com outra pessoa, posso consolidar só no meu nome? Depende. Embora não seja obrigatório juntares essa pessoa a este crédito consolidado, algumas financeiras exigem que o faças. Enquanto outras, não fazem essa exigência. É claro que, em termos de taxa de esforço, será mais fácil aprovar o pedido se juntares outra pessoa como 2º titular. Mas não és forçado a fazê-lo. Sou obrigado a juntar todos os créditos que tenho? A resposta é não. Só juntas os créditos que quiseres. Por vezes, há produtos que não são vantajosos juntar. Por exemplo, imagina que tens dois créditos pessoais que contrataste há 3 anos e que terminam daqui a 4 anos. E contrataste este ano um crédito automóvel que só termina daqui a 10 anos. Este último financiamento, muito provavelmente não será vantajoso juntar, porque vais encurtar o prazo, e consequentemente aumentar o valor da prestação. Quais as vantagens de recorrer a um crédito consolidado? Desde logo, a primeira vantagem é a poupança mensal que consegues ter, quando juntas todos os créditos. Em algumas situações essa poupança pode ser bem significativa, sobretudo se tiveres cartões de crédito com valores em dívida elevados. Outra vantagem, é ficares apenas com uma prestação. Não precisas de te preocupar com inúmeras prestações a serem debitadas da tua conta bancária, nem precisas de ficar o mês tudo a confirmar se está tudo em dia. No crédito consolidado, ficas apenas com uma prestação, por isso sabes com o que contar. Por fim, outra situação que poderá ser vantajosa, é aproveitares o crédito consolidado para solicitares alguma liquidez adicional. Pode ser vantajoso se tiveres algum projeto em vista. Como posso fazer o pedido? Antes de mais nada, como intermediários de crédito vinculados, podemos ajudar-te com este processo. Trabalhamos com várias instituições financeiras, onde vamos tentar aprovar o teu pedido, de acordo com a tua situação e com as melhores condições possíveis. O nosso trabalho é inteiramente gratuito, nunca terás de pagar nada pelo nosso serviço. Falamos sobre isso neste artigo. Trabalhamos de forma 100% digital, podes fazer tudo a partir do conforto do teu lar. Caso tenhas interesse, podes deixar o teu pedido aqui. Por último, se quiseres saber mais sobre crédito consolidado, convidamos-te a ver este vídeo no nosso canal de Youtube. Aproveita para subscrever o canal para ficares a par de todas as notícias e dicas sobre finanças.

O Abecedário do crédito: V, W, X, Y, Z

VIDA

V – Vida É claro que todos sabemos que a vida é o bem mais precioso. Neste artigo, vamos debruçar-nos sobre o seguro de vida. Desde logo, existem vários tipos de seguros de vida: seguros de vida associados a crédito, seguros de vida plenos, seguros de vida poupança, etc. Depois, dentro de cada tipo, podes contratar diversas coberturas, para além claro, da cobertura de morte que é a principal. Ora, no que diz respeito a crédito habitação, já sabes que este é um seguro obrigatório para conseguires contratar financiamento. Contudo, isso não significa que o tenhas de contratar no banco, podes e deves fazê-lo fora. Por outro lado, no que diz respeito ao crédito ao consumo, embora nem sempre seja obrigatório, é sempre vantajoso contratar seguro de vida. Podes saber mais sobre este tema neste artigo do nosso blog, onde nos aprofundamos mais sobre isto. W – Web Web é uma palavra em inglês que significa “teia” ou “rede”. Falar em web é o mesmo que falar em Internet. E neste artigo queremos falar sobre a possibilidade de fazeres crédito através da Internet. Sabemos que vivemos num mundo cada vez mais digital, onde quase tudo se pode fazer através da Internet. E no que diz respeito a créditos, não é diferente. Desde logo, sabes que hoje em dia podes contratar crédito sem sair de casa, de forma totalmente segura e gratuita. Assim, como intermediários de crédito vinculados pelo Banco de Portugal, estamos habilitados a ajudar-te nesse processo, de forma 100% digital. Podes deixar o pedido no nosso site, enviar a documentação por e-mail e assinar todos os documentos à distância. Se estivermos a falar de crédito habitação, poderás ter de te dirigir ao banco para assinar a escritura. Contudo, tudo o resto é tratado de forma digital, e não tens de te preocupar com nada! Se quiseres fazer um pedido de crédito pessoal, podes fazê-lo aqui. Se, por outro lado, queres fazer um pedido de crédito habitação, podes fazê-lo aqui. X- Xeque-mate Xeque-mate é o lance que põe fim ao jogo de xadrez. Quando fazes xeque-mate, terminas a partida de forma vitoriosa. Queremos com isto fazer uma analogia à aprovação do teu pedido de crédito. Ou seja, fazer xeque-mate no crédito é conseguir a melhor proposta de mercado, adequada à tua situação. Pode ser a melhor proposta de crédito pessoal, a melhor proposta de crédito habitação ou mesmo de seguros. Todos queremos sair vitoriosos, e neste âmbito, isso significa fazer as melhores escolhas. Então, como intermediários de crédito, podemos ajudar-te a encontrar a melhor solução para o teu caso, de forma totalmente gratuita. Se quiseres saber mais sobre o nosso trabalho, podes ler este artigo no nosso blog. Por fim, assume o controlo da tua vida financeira e não permitas que seja a outra parte a fazer xeque-mate. Convidamos-te a ver este vídeo no nosso canal de Youtube onde falamos mais sobre este tema. Y – Yes Acima de tudo, a aprovação do pedido de crédito é aquilo que todos desejam, mas nem sempre é fácil. Desde logo, o principal erro de muitas pessoas é tentar aprovar crédito em várias instituições financeiras e bancos ao mesmo tempo, sem qualquer critério ou cuidado. É importante conhecer o mercado e conhecer as melhores soluções para cada caso. E uma pessoa leiga no assunto, pode não estar a par de tudo isso. Se estás a pensar pedir um crédito, quer seja crédito pessoal, quer seja crédito habitação ou qualquer outro tipo de financiamento, dá uma vista de olhos no nosso canal de Youtube onde publicamos vários vídeos com informação relevante sobre o tema. Se tiveres interesse em recorrer aos nossos serviços, podes fazê-lo aqui. Z – Zás-trás Como falamos anteriormente, hoje em dia conseguimos trabalhar de forma totalmente digital. Se recorreres aos nossos serviços, terás respostas rápidas da nossa parte. Todo o processo é tratado de forma ágil para que consigas resolver a tua situação o mais rápido possível. É claro que a tua intervenção é necessária, e precisamos que faças a tua parte para conseguirmos fazer um bom trabalho. Nomeadamente, no que diz respeito ao envio da documentação necessária. Por fim, podes ver este vídeo no nosso canal do Youtube, onde falamos mais sobre o assunto.

Incumprimento

INCUMPRIMENTO

Se contrataste crédito, ou estás a pensar contratar, provavelmente já ouviste falar em incumprimento. Diariamente somos contactados por várias pessoas que precisam de esclarecimentos quanto a este problema. Se queres saber mais sobre este tema, acompanha-nos neste artigo. Incumprimento bancário, o que significa? Antes de mais nada, quando se fala em incumprimento, estamos a referir-nos a incumprimento de crédito registado no Banco de Portugal. Mas afinal o que é este incumprimento? Tal como o próprio nome indica, entras em incumprimento quando não cumpres com as tuas obrigações de pagamento das prestações perante o banco ou financeira onde tens o teu crédito. Por vezes, um atraso no pagamento da prestação já é o suficiente para que o teu banco comunique esta situação ao Banco de Portugal, e fiques com um registo de incumprimento. Então, queres verificar se estás em incumprimento? Basta acederes aqui e verificares o teu mapa de responsabilidades de crédito (CRC). Neste vídeo, explicamos como fazer, passo – a – passo. Agora, reparaste que estás e incumprimento e agora não sabes o que fazer? Deves fazer o possível para resolver esta situação o mais rápido possível. O que fazer se estás em incumprimento? Desde logo, o primeiro passo é descobrires o motivo que levou a este registo. Foi um atraso no pagamento? Será que ultrapassaste o limite do cartão de crédito e não deste conta? Será que não tinhas saldo suficiente para que a prestação fosse debitada corretamente? Se não encontras motivo aparente para que este registo conste no teu mapa de responsabilidades de crédito, sugerimos que contactes o teu banco ou instituição financeira e questiones. Por vezes, pode até tratar-se de um erro. Em seguida, o próximo passo é resolver esta situação. É uma divida pequena que consegues pagar sem grande esforço? Procede imediatamente ao pagamento e guarda um comprovativo. A dívida é maior do que esperavas e não tens meios de pagar no imediato? Contacta o banco ou financeira e pede ajuda para regularizar esta situação por meio de um acordo de pagamento. Contudo, se for um caso mais complexo, o teu banco pode iniciar um procedimento chamado PERSI. Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento. Este processo obedece a regras próprias criadas pelo Banco de Portugal e visa facilitar a resolução do incumprimento. Porém, a desvantagem de utilizar esta medida, é que o registo fica no Banco de Portugal. E qualquer outro banco terá acesso a esta informação, que não é muito abonatória para futuras aprovações. Todavia, não conseguiste chegar a acordo com o banco? Podes tentar recorrer à RACE. Rede de Apoio ao Consumidor Endividado. Nesta rede encontras empresas que estão devidamente autorizadas pelo Banco de Portugal para tentar mediar estas situações. Pode procurar aqui uma empresa perto de ti. Conseguiste regularizar a situação? Ótima notícia. Contudo, não te admires caso o registo no Banco de Portugal permaneça. Isto porque o mapa de responsabilidades de crédito é atualizado apenas uma vez por mês. E dependendo da data em que regularizes o incumprimento, pode ser que o registo só fique atualizado no mês seguinte. Quando pedir ajuda? Acima de tudo, lembra-te que estas situações de incumprimento acabam por criar mau histórico junto dos vários bancos e instituições financeiras. É preciso que cuides devidamente das tuas finanças para garantires que nunca tenhas problemas no futuro. Nesse sentido, se estiveres a enfrentar dificuldades financeiras, procura ajuda o mais cedo possível. Podes recorrer aos nossos serviços de intermediação de crédito para reduzir as tuas prestações ou consolidar os teus créditos. Se precisares, podes deixar aqui o teu pedido. Além disso, se as dificuldades financeiras estiverem relacionadas com a perda de rendimento, seja por desemprego ou doença, verifica se tens algum seguro que possa cobrir essa situação. Por vezes fazemos seguros associados aos créditos e nem estamos inteirados das coberturas que temos. Já tivemos casos em que os clientes estavam a passar por necessidades desnecessariamente porque tinham um seguro que, em caso de baixa médica, ou desemprego, pagava a prestação mensal do crédito. Finalmente, se quiseres saber mais sobre este assunto, podes ver este vídeo no nosso canal de Youtube. Caso tenhas alguma questão, podes sempre entrar em contacto através dos contactos disponíveis neste site.