ON Crédito

O Abecedário do crédito: S, T, U.

SPREAD

S – Spread Se tens crédito habitação ou pretendes contratar, de certeza que já ouviste falar em Spread. E o que é isso? No fundo, o spread é a taxa de juro que o banco cobra pelo teu crédito habitação. Ou seja, é a margem de lucro das instituições bancárias. A prestação do teu crédito é influenciada pelos juros. E os juros são a soma do Spread com a Euribor. (Falamos sobre a Euribor neste artigo.) Esta soma é a TAN. Então, quanto menor for o teu Spread, menos vais pagar pelo teu crédito. Como sabes, a Euribor não é negociável. Esta taxa é determinada pelo Banco Central Europeu. Mas o Spread sim, podes e deves negociar com o banco. Em suma, o Spread é um elemento muito importante a ter em conta no momento em que contratas o teu crédito. Contudo, não é só a isso que te deves atentar. Há outros fatores a considerar, se quiseres tomar uma decisão acertada. Falamos por exemplo dos seguros obrigatórios e dos produtos associados. Isto porque, muitas vezes, os bancos oferecem um spread reduzido, mas com a condição de contratares outros produtos no banco. E estas condições geralmente não são as mais favoráveis. Tens crédito habitação? Sabes qual é o spread contratado? Se tiveres spread superior a 0%, podes estar a perder dinheiro. Se este é o teu caso, podes tentar transferir o teu crédito e encontrar melhores propostas. Como intermediários de crédito vinculados, podemos ajudar-te neste processo, de forma totalmente gratuita. Se tiveres interesse, podes deixar aqui o teu pedido. T – TAEG Outra sigla que provavelmente já ouviste falar quando se fala em créditos é a TAEG. Ora, esta sigla significa Taxa Anual de Encargos Efetiva Global. Em suma, quanto menor for a TAEG, mais barato é o teu crédito. Esta taxa foi criada como forma de auxiliar na comparação de várias propostas de crédito. São consideradas todas as despesas do teu crédito, como prestação, seguros, juros, despesas bancárias, impostos e produtos associados. Contudo, deves ter cuidado quando analisas as propostas com base nesta taxa. Isto porque é muito fácil induzir-te em erro relativamente a alguns fatores. Por exemplo, imagina que tens uma proposta aprovada para crédito habitação. Negociaste esta proposta muito bem e conseguiste contratar os seguros fora do banco, por um preço muito menor. Quando o banco faz a FINE de aprovação, é obrigado a considerar o custo dos seguros para calcular a TAEG. Mas ele não sabe quais os valores dos seguros que tu vais contratar. Então, vai considerar os valores base praticados pelo banco. Ou seja, esta TAEG não é real, é presumida. Assim, quando quiseres comparar propostas, não te atentes apenas à TAEG. A melhor solução para evitar cair em erros é sempre recorrer a um intermediário de crédito. Nós negociamos as melhores propostas para ti, de forma totalmente gratuita. Não percas mais tempo e deixa aqui o teu pedido. U – Usufruto Vamos deixar um pouco as taxas de lado, e falar de outro assunto. Sabes o que é o usufruto? No fundo, é um direito real de gozo sobre uma coisa alheia. Por exemplo, o sujeito A tem a propriedade de uma casa, e o sujeito B tem o usufruto. Apesar da casa ser propriedade do A, quem tem o direito de gozar a casa é o B. O que normalmente acontece, é doação com reserva de usufruto. Imagina que os teus pais fazem uma doação da casa para ti. Mas reservam o usufruto para eles. Significa que, embora a casa seja tua propriedade, enquanto os teus pais forem vivos, tem o direito de habitar e usar o imóvel como entenderem. Assim, o usufruto é extinto com a morte do usufrutuário. Quando existe usufruto, é registado como ónus sobre o imóvel. Contudo, embora a situação mais comum seja efetivamente nas doações, existem excelentes negócios que são feitos através desta opção. Por exemplo, supõe que queres comprar uma casa a baixo custo. Por vezes consegues fazê-lo reservando o usufruto a favor do atual dono. Em suma, o proprietário vai ganhar uma quantia de dinheiro para viver o resto da vida, e quando este falecer, tu tens a propriedade plena do imóvel. No entanto, nestas situações, não é possível recorrer a crédito habitação. Isto porque os bancos não querem como garantia um imóvel que tenha um ónus registado. Mas, se tens possibilidade de comprar uma casa nestas condições, sem recorrer a financiamento, esta pode ser uma opção interessante para ti.

O Abecedário do crédito: P,Q,R

PRESTAÇÃO

P – Prestação Já todos nós ouvimos falar em prestação. Sobretudo nos últimos tempos em que em todos os noticiários se fala no aumento desenfreado das prestações do crédito habitação. Mas o que é isto? Ora, a prestação não é mais do que aquilo que tu pagas mensalmente ao teu banco, pelo teu crédito. Seja crédito habitação, crédito pessoal, crédito automóvel ou mesmo cartão de crédito, tens sempre a responsabilidade de pagar prestações. Antes de tudo, a prestação do teu crédito é composta por duas partes: uma delas diz respeito à amortização do capital em dívida (falamos deste assunto neste artigo) e outra diz respeito ao pagamento dos juros. Os juros são o lucro do banco, é aquilo que o banco ganha com o teu crédito. Também falamos sobre este assunto neste artigo. E este pagamento é sempre igual? Não. O montante que pagas de prestação pode variar. Sobretudo se estivermos a falar em crédito habitação e tiveres contratado taxa variável. Se assim for, o montante da tua prestação vai variar conforme a Euribor que estiver em vigor no momento da revisão. Se, por outro lado, contrataste o teu crédito no regime de taxa fixa, a tua prestação será a mesma desde o início até ao fim do contrato. Em conclusão, a prestação é o pagamento devido pelo teu crédito. Q – Quanto posso poupar Se nos acompanhas regularmente, provavelmente já sabes que ao recorreres a um intermediário de crédito podes encontrar uma forma de poupar com os teus créditos e seguros. Ora, esta poupança pode ser feita de várias formas e depende de cada caso. Por exemplo, se tens vários créditos pessoais dispersos por várias instituições financeiras, talvez consigas poupar se fizeres um crédito consolidado. Com esta solução, juntas todos os créditos num só. Tens interesse? Podes deixar aqui o teu pedido. Do mesmo modo, outro exemplo é o da transferência do crédito habitação. Sabias que podes mudar de banco quando tens crédito habitação? Ao transferir o crédito, podes conseguir melhorar as tuas condições atuais e até pedir um reforço de capital para liquidar outros financiamentos que tenhas. Se é o teu caso, podes deixar aqui o teu pedido para tentarmos ajudar. Se quiseres saber mais sobre este tema, também podes ver este vídeo no nosso canal de Youtube. Para além destas soluções, há outras opções que podes usar para conseguires poupar algum dinheiro ao final do mês. Assim, como intermediários de crédito vinculados, ajudamos-te a encontrar a melhor solução de forma totalmente gratuita. Se queres saber mais sobre o nosso trabalho, convidamos-te a ler este artigo. R – Refinanciamento Já ouviste falar em refinanciamento? No fundo, é aproveitar um crédito que já tens e negocia-lo de forma a conseguires mais dinheiro. Atualmente, o melhor exemplo desta solução é o crédito habitação. Quando contratas crédito habitação, a tua casa fica com um registo de hipoteca a favor do banco. Em outras palavras, é a garantia do banco, falamos sobre isto neste artigo. Imagina que tens crédito habitação há mais de dois anos, e agora queres comprar outro imóvel para investimento. Mas não tens capitais próprios para pagar os 20% de entrada deste segundo imóvel. Ainda assim, podes transferir o teu crédito habitação para outro banco e pedir um reforço de liquidez nesta operação de forma a conseguires o valor necessário para investir noutro imóvel. É certo que a tua casa fica sempre como garantia para o banco e é necessário que tenha valor de mercado suficiente para aprovar a operação. Também é necessário que tenhas capacidade para pagar os dois créditos, chama-se taxa de esforço. Se quiseres saber mais sobre isto podes ver este vídeo no nosso canal de Youtube. Se tens interesse, podes deixar aqui o teu pedido, temos todo o gosto em ajudar-te a alcançar os teus sonhos.

Crédito Habitação: passo a passo

Estás a pensar comprar casa com recurso a crédito habitação? Então acompanha-nos neste artigo pois vamos falar-te sobre todo o processo em detalhe. Talvez até já tenhas ido ao teu banco para pedir financiamento para comprar uma casa. Mas, sabias que essa não é a melhor estratégia? Muitas vezes o teu banco não é o que te vai oferecer a melhor proposta porque, no fundo, não precisa de se esforçar para te ganhar como cliente. Tu já és cliente. Por isso, o melhor banco, não é necessariamente o teu. O melhor banco é aquele que te oferecer as melhores condições do mercado.  Além disso, se já tentaste pedir crédito diretamente no banco, deves saber que é um processo muito burocrático e que pode ser bastante demorado. A tua solução pode ser recorrer a um intermediário de crédito. Existem vários tipos de intermediários de crédito, como podes descobrir neste artigo do nosso blog. Podes deixar aqui o teu pedido para te ajudarmos em todo o processo. Somos profissionais especializados e o nosso serviço é totalmente gratuito. Tratamos de todo o processo, sem teres de perder o teu precioso tempo. Recolha de documentação A primeira fase de todo o processo é a preparação de toda a documentação necessária. Para podermos apresentar o teu pedido de crédito nas várias instituições financeiras, precisamos de apresentar vários documentos. Esta provavelmente será a fase em que terás mais trabalho, mas é muito importante. É através dos teus documentos que vamos poder analisar o teu pedido e enquadrá-lo da melhor forma e que vamos poder comprovar toda a informação junto dos bancos. Podes ver este vídeo no nosso canal do Youtube onde te explicamos qual é a documentação necessária para dar início ao teu processo. Análise por parte dos bancos Depois de recolhermos toda a documentação necessária, vamos preparar o teu processo. Nesta fase, vamos compor a defesa da tua proposta, para podermos exigir dos bancos as melhores condições do mercado. Nesta fase não tens de te preocupar com nada, nós fazemos todo o trabalho. Estaremos sempre disponíveis para acompanhar o processo e para te dar o ponto de situação, sempre que pedires. Até aqui, não tens nenhuma despesa com nenhum banco. As despesas bancárias apenas começam a surgir depois de decidires avançar com uma proposta. Apresentação de propostas Depois de submetermos o teu pedido nos bancos, passados alguns dias vamos começar a receber respostas. As instituições financeiras apresentam as suas melhores propostas e nós preparamos um mapa comparativo para te apresentar. Se acharmos que as propostas apresentadas não são tão vantajosas, tentamos negociar com os bancos melhores condições. Depois de termos tudo preparado, vamos apresentar-te as ofertas dos bancos. Nesta fase, vamos prestar-te toda a informação necessária para que possas perceber cada detalhe de cada proposta e para que consigas decidir qual é a melhor opção para ti. Abertura de conta e avaliação do imóvel Após analisares todas as propostas e decidires qual é a melhor opção para ti, é hora de avançar com o processo. Escolhido o banco, terás de proceder a abertura de conta junto do balcão e vamos pedir o agendamento da avaliação do imóvel. A avaliação é muito importante. Mesmo tendo conseguido aprovação para o financiamento, o montante do mesmo estará sempre condicionado ao valor do imóvel. A casa tem de ter valor suficiente para cobrir o valor do empréstimo. É o que se chama de LTV. Falamos mais sobre este tema neste vídeo no nosso canal do Youtube. A avaliação da casa é feita por uma entidade externa, a pedido do banco. O técnico avaliador vai visitar o imóvel que pretendes comprar, verificar as características do mesmo e tirar algumas fotos. Depois, vai fazer um relatório que é entregue ao banco. Este relatório, assim que pronto, também te é entregue, para que fiques a par das condições da casa que vais comprar. Cartas finais Posteriormente, tendo o relatório de avaliação e o mesmo sendo favorável para dar seguimento ao financiamento, o banco vai emitir as cartas finais de aprovação do crédito. No fundo, é a FINE final, onde constam todas as condições previamente aprovadas, e que tu já conheces. Estas cartas têm de ser assinadas por ti e pelo segundo titular, caso exista. Ao assinares estes documentos estás a assumir que aceitas as condições da FINE. Entregando as cartas assinadas ao banco, terás de esperar pelo menos 7 dias para poderes marcar a escritura. Isto porque existe um período de reflexão que é obrigatório respeitar. E esse período é de 7 dias. Preparação de escritura Enquanto aguardas que passem os 7 dias do período de reflexão, é hora de tratar dos documentos necessários para a escritura. Desde logo, vais precisar de tratar dos seguros. Há dois seguros obrigatórios: o seguro de vida e o seguro multirriscos da habitação. Pode acontecer que estas apólices sejam contratas no próprio banco. Se assim for, não tens de te preocupar com nada. Caso não seja o caso, deves procurar as melhores soluções para os teus seguros e contratares as apólices para estarem prontas no dia da escritura. Como mediadores de seguros, também te podemos ajudar nesta parte. Poderá ser necessário tratar de outros documentos, como o direito legal de preferência, o certificado energético ou os comprovativos de sinal. Este é o momento de fazer tudo isso. Mas não te preocupes, tens sempre o nosso apoio. Escritura Tendo todos os documentos prontos, é hora de concretizar a compre e venda e o mútuo. Esta concretização pode ser feita através de escritura pública (feita por notário) ou por Documento Particular Autenticado (DPA), feita por advogado ou solicitador. Vão estar presentes neste ato, além de ti que te apresentas como comprador, os vendedores da casa, um procurador do banco e representantes da imobiliária, caso seja o caso. No final, vai te ser entregue uma cópia do documento para que fiques com o arquivo. Depois de escriturares, a casa é finalmente tua. Mas não te esqueças que há ainda outros documentos que deves tratar! Podes ler este artigo onde explicamos quais são.

O Abecedário do crédito: J,K,L.

J – Juros Ouvimos muito falar de juros. Mas, afinal, o que são os juros? O juro é o valor que o teu banco te cobra, como contrapartida por te emprestar determinada quantia. No fundo, é o lucro do banco. Normalmente calcula-se sobre o capital em dívida e é uma percentagem. Quanto maior for esta percentagem, mais caro estás a pagar pelo teu crédito. E quando se pagam estes juros? Pagam-se todos os meses, aquando do pagamento da prestação. Sempre que procedes ao pagamento da tua prestação mensal, seja de crédito habitação, pessoal, ou outro tipo de crédito, estás a amortizar capital e a pagar juros. Quanto ao prazo, existem 3 tipos de taxas de juros: taxa fixa, mista ou variável. Falamos sobre este assunto noutro artigo. Como dissemos, tem todo o tipo de crédito são cobrados juros, porque é a retribuição do banco. Mas há produtos onde estes juros são mais elevados, como é o caso dos cartões de crédito. No crédito habitação, por exemplo, são menores, uma vez que existe uma garantia para salvaguardar o crédito. Falamos mais sobre este assunto neste artigo. Também podes ver este vídeo no nosso canal de Youtube. K – Know How Quando nos referimos a Know How estamos a falar no âmbito de crédito e de seguros. Know How significa conhecimento. É muito importante teres conhecimento sobre estes assuntos para poderes tomar decisões informadas e não correres riscos. Podes consultar os vários artigos que temos neste blog para poderes recolher alguma informação, e podes ver os vídeos que publicamos no nosso canal de Youtube. Se mesmo assim, não te sentes preparado para tomar uma decisão, podes sempre pedir a nossa ajuda. Como intermediários de crédito vinculados, e mediadores de seguros, podemos ajudar-te. O nosso serviço é completamente gratuito, nunca terás nenhum custo por nos contactares.   L – LTV LTV é a sigla para Loan to Value. É utilizado no crédito habitação e trata-se de um rácio entre o valor de mercado do imóvel e o valor do financiamento. Ou seja, para conseguires aprovar o teu crédito habitação num determinado valor, é preciso que o imóvel que desejas comprar tenha um valor de avaliação mínimo. E porquê? Porque quando contratas crédito habitação, o banco constitui uma hipoteca sobre o teu imóvel, como forma de garantia do cumprimento da obrigação. Ora, não interessa ao banco ter uma hipoteca sobre um imóvel cujo valor não é suficiente para cobrir a dívida. Normalmente, os bancos concedem financiamento no máximo sobre 80% ou 85% do valor de mercado do imóvel. Por exemplo, imagina que queres comprar uma casa por 200.000€. Já sabes que o banco só financia no máximo 90% deste valor, por isso vais pedir 180.000€ de crédito habitação. Para conseguires este crédito, o imóvel terá de ser avaliado em pelo menos 225.000€ (se o LTV praticado pelo banco for de 80%). Assim, o LTV é um aspeto importante a ter em conta quando fores pedir o teu crédito habitação. Podes saber mais sobre este tema no nosso canal de Youtube Já tens casa escolhida e queres avançar com o negócio? Podes deixar aqui o teu pedido.

O Abecedário do crédito: G, H, I.

G – Garantias Hoje vamos falar-te sobre garantias. Quando nos referimos a garantias em contexto de crédito, estamos a falar-te das valias que são usadas para acautelar a aprovação do financiamento. Embora o tipo de crédito onde é mais usual ouvires falar sobre garantias seja o crédito habitação, não é só neste que elas existem. Assim, existem dois tipos de garantias: real e pessoal. Garantia real é aquela que incide sobre determinado bem, como a tua casa ou o teu automóvel por exemplo. Por outro lado, garantia pessoal é aquela que incide sobre a própria pessoa, como uma livrança ou o seguro de vida. No crédito habitação, a principal garantia é a hipoteca que se constitui sobre o teu imóvel. Vamos falar mais à frente sobre este tema. Contudo, o seguro de vida e o seguro multirriscos também acabam por configurar garantias, porque tem como finalidade o acautelamento do cumprimento da obrigação. Ainda no âmbito do crédito habitação, pode haver lugar à inclusão de fiadores. A fiança também é uma garantia. Por fim, no crédito automóvel, a garantia que mais se utiliza é a reserva de propriedade do veículo enquanto que no crédito pessoal, embora não seja muito usual, a garantia que se usa é a livrança. No fundo, estas situações servem para o que a instituição que te vai conceder crédito, fique mais salvaguardada no caso de haver algum incumprimento no pagamento das prestações. De salientar que, com inclusão destas valias, normalmente a aprovação do crédito é mais fácil e poderá ser mais em conta também. H – Hipoteca Como vimos anteriormente, a hipoteca é um tipo de garantia utilizado no crédito habitação. Quando contratas crédito habitação, o banco constitui uma hipoteca sobre o teu imóvel. Ao contrário do que muitos pensam, não significa que o imóvel seja do banco. A propriedade da casa é sempre tua. Mas, se deixares de cumprir com a tua obrigação de pagamento das prestações, o banco pode usar a hipoteca constituída para abrir um processo executivo e penhorar a tua casa. E aí sim, podes perder o teu imóvel. Ou seja, a hipoteca não é nada mais do que uma valia que garante que, como proprietário do imóvel, vais cumprir com o teu compromisso de pagar todas as prestações. Caso contrário, corres o risco de perder a tua casa. Assim, esta hipoteca é constituída com a escritura pública ou Documento Particular autenticado, quando compras a tua casa. Fica averbada junto da conservatória do registo predial, até que o crédito seja totalmente liquidado. Tens crédito habitação e queres rever as condições? Podes deixar aqui o teu pedido, temos todo o gosto em ajudar. Se estás a pensar comprar casa, e queres recorrer a financiamento, podes deixar aqui o teu pedido. I – Impostos Esta é palavra que menos agrada a toda a gente: impostos. Neste artigo, queremos falar-te sobre os impostos associados ao processo de crédito, que é a nossa área. Quando nos referimos a crédito habitação, há alguns impostos que temos de ter em conta. Desde logo: -Imposto de selo sobre o crédito -Imposto de selo sobre a compra -Importo Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis (IMT) Além disso, depois de comprares a tua casa, ainda tens de pagar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) todos os anos. Há situações em que podes ter isenção deste pagamento. Por isso, se estás a pensar comprar casa, não te esqueças que fazer contas aos impostos que vais ter de pagar. Contudo, não é só no crédito habitação que é necessário pagar impostos. No crédito pessoal, por exemplo, também tens de pagar imposto de selo. O que acontece na maior parte das vezes é que este valor é incluído no valor do crédito, e acabas por nem perceber que estás a pagar imposto, porque está diluído no valor das prestações. De salientar que, qualquer tipo de crédito que contratas, é obrigatório pagar imposto de selo. Se tens dúvidas e precisas da nossa ajuda, não hesites em contactar-nos.

O Abecedário do Crédito: A, B, C.

A – Amortização Quando falamos de amortização em contexto de crédito, estamos a referir-nos a amortização de capital. Amortizar capital significa abater ao valor em dívida do crédito. Quando pagas a tua prestação mensal, esta é dividida em duas componentes: estás a pagar juros e a abater ao capital em dívida. Isto é o que acontece normalmente no decorrer do teu financiamento. Mas, para além desta amortização normal, podes fazer amortizações antecipadas. Assim, sempre que quiseres e achares oportuno, podes abater mais capital ao valor total em dívida, de forma a liquidares o teu crédito mais rapidamente. É uma boa forma de poupares dinheiro, pois quanto mais cedo terminares de pagar o teu crédito, menos juros vais pagar no final. Contudo, podes ter de pagar uma taxa por fazeres esta amortização antecipada. Se o teu crédito está em período de taxa fixa, terás de pagar uma penalização de 2% sobre o montante de capital a amortizar. Se, por outro lado, o teu crédito está em período de taxa variável, esta penalização é de apenas 0,5%. Neste momento, englobado no pacote de medidas “Mais Habitação”, o Estado concedeu a isenção do pagamento desta taxa em todos os créditos habitação com taxa variável até ao final de 2023. Por isso, se quiseres e tiveres oportunidade, esta é uma boa altura para usares esta técnica e começares a poupar no teu crédito. Por fim, se quiseres saber mais sobre este assunto, podes ver este vídeo no nosso canal do Youtube. Se achas que está na altura de reveres as condições do teu crédito habitação, podes deixar o teu pedido aqui e temos todo o gosto em ajudar. B – Banco de Portugal Certamente, se nos acompanhas regularmente, com certeza já nos ouviste falar do Banco de Portugal. Estamos a falar do Banco central de Portugal, a entidade que é responsável pela regulamentação de créditos em Portugal. Assim, todos os Bancos, Instituições Financeiras e Intermediários de Crédito precisam de estar registados no Banco de Portugal e obedecer às regras estabelecidas por este. Então, o Banco de Portugal tem duas principais funções: -Manter a estabilidade de preços; -Promover a estabilidade do sistema financeiro no país. Para além disso, está integrado no Eurosistema e no Sistema Europeu de Bancos Centrais. São responsáveis pela estabilidade dos preços em toda a União Europeia. Faz também parte do Mecanismo Único de Supervisão e de Resolução, que são responsáveis pela estabilidade do sistema bancário de toda a Europa. Caso estejas a pensar pedir um crédito, certifica-te que a instituição que escolheste está devidamente registada no Banco de Portugal. O mesmo se aplica em relação aos intermediários de crédito. Portanto, se pretendes recorrer à ajuda destes profissionais, verifica o seu registo antes de qualquer coisa. Por fim, uma dica que pode ser muito importante para ti: se decidires recorrer a um intermediário de crédito vinculado, como é o nosso caso, nunca terás nenhum custo associado. O nosso serviço é inteiramente gratuito para ti. Podes saber mais sobre este assunto neste artigo. Se quiseres saber mais sobre o Banco de Portugal, podes ver este vídeo no nosso canal do Youtube. C – Consolidação de créditos Sempre que falamos em consolidação de créditos, estamos a referir-nos aos créditos ao consumo. Ora, créditos ao consumo são os créditos pessoais, cartões de crédito, créditos automóveis, linhas de crédito, créditos renováveis, e todo o tipo de crédito deste género. Quando consolidas os teus créditos ao consumo, estás a juntar todos os créditos num só. Podes ainda aproveitar para pedires um montante de liquidez adicional, se precisares. De salientar que a grande vantagem é que passas a pagar apenas uma prestação e, normalmente, consegues reduzir o valor total que pagas por mês. Se quiseres juntar apenas alguns dos teus créditos pessoais, e deixar outros de fora, por exemplo, automóvel, também podes fazê-lo. Apesar de ser uma boa solução e uma estratégia de poupança, não é garantido que consigas aprovar a consolidação. É preciso que a instituição financeira aprove o teu pedido, com base nos critérios da mesma. Se achas que é uma boa ideia, e queres tentar juntar os teus créditos, podes deixar o teu pedido aqui, completamente sem custos. No caso de teres também crédito habitação, para além dos créditos pessoais, pode ainda existir outra solução para ti. Caso tenhas contratado o teu crédito habitação há mais de 2 anos, podes aproveitar para fazer uma transferência deste crédito e, nesse mesmo processo, juntares todos os créditos pessoais, automóveis, cartões, etc. Com esta solução, usufruis do prazo do crédito habitação e das taxas de juro aplicadas ao mesmo. Se for do teu interesse, podes deixar aqui o teu pedido para tentarmos ajudar. Se quiseres saber mais sobre este assunto, convidamos-te a ver este vídeo no nosso canal do Youtube. Caso tenhas alguma questão para nos colocares, ou precises de ajuda para analisar os teus créditos, podes contactar-nos através do Whatsapp. 

Medidas de apoio “Mais Habitação”

Nos últimos tempos tem-se desenvolvido uma crise habitacional em Portugal. Isto deve-se às constantes subidas dos juros do crédito habitação e aos valores exorbitantes que cada vez mais são praticados no arrendamento. Para fazer face a este problema, o governo decidiu apresentar um pacote de medidas que tem como intuito atenuar os efeitos desta crise. Ao longo deste artigo vamos elucidar-te sobre algumas destas medidas para que fiques mais esclarecido. Importa salientar que à data deste artigo estas medidas ainda não entraram em vigor e podem sofrer alterações. Vale recordar que já foram anteriormente aprovadas algumas medidas de apoio no ano passado que versam sobre o crédito habitação. Podes ler este artigo onde falamos do assunto. As medidas apresentadas agora baseiam-se em 5 vetores: -Aumentar a oferta de imóveis para habitação; -Simplificar os processos de licenciamento para construção; -Aumentar o número de casas no mercado de arrendamento; -Combater a especulação; -E proteger as famílias. Vejamos então as mais relevantes:   Isenção de mais valias Quando vendemos uma casa podemos estar sujeitos ao pagamento de imposto sobre as mais valias obtidas nessa venda. Contudo, o pagamento ou não deste imposto depende de vários fatores, como o lucro obtido na venda, o coeficiente de desvalorização ou a existência ou não de despesas associadas. Com esta medida apresentada, vamos ficar isentos do pagamento deste imposto nas situações em que exista a venda de uma casa com o intuito de amortizar o crédito habitação. Este crédito poderá ser próprio ou de descendentes. Ou seja, se tiveres um segundo imóvel e desejares vende-lo para liquidar em parte ou na totalidade o crédito habitação, estarás isento do pagamento das mais valias dessa venda. Obrigatoriedade de os bancos oferecerem opção de taxa fixa Outra disposição que consideramos relevante deste pacote é que todos os bancos terão que disponibilizar uma taxa fixa na contratualização do crédito habitação. De momento, nem todos os bancos tem a possibilidade de fixar a taxa de juro, a partir de agora, caso esta medida avance, serão obrigados a disponibilizar esta solução. Apoio monetário para famílias com crédito habitação Falamos de uma das medidas que consideramos mais importantes. Consiste num apoio monetário que será concedido às famílias tributadas até ao 6º escalão do IRS, que tenham crédito habitação até 200.000€. Em suma, este apoio consiste na bonificação de 50% do valor acima do valor máximo a que foi sujeita a família no teste de stress que fez quando contratou o crédito. Segundo o ministro das Finanças, esta bonificação será temporária e irá suportar 50% do aumento da prestação da casa provocada pela subida das taxas de juro (face à prestação que teria com a aplicação da taxa de juro “stressada” pelos bancos) até 1,5 do IAS (Indexante dos Apoios Sociais). De seguida, vamos dar um exemplo prático para que possas compreender esta medida. Suponhamos que quando contrataste o teu crédito a Euribor estava a 0% e que tinhas um spread de 1%. A taxa com stress é agravada em 3%. Ou seja 0+1+3, é igual a 4%. Atualmente, depois de várias subidas da Euribor, o teu spread mantém-se a 1% e a Euribor atual está em 3,534%. Ou seja 1% +3,534% resulta em 4,534%. No fundo, o que esta medida diz é que o Estado vai suportar 50% entre os 4,534% e os 4% deste exemplo. Ou seja, cerca de 0.267%. No final, o real valor monetário representado em euros, dependerá do capital que tenhas em dívida. Apoio financeiro na renda da casa A propósito do arrendamento, uma das soluções apresentadas para fazer face a este problema, é o apoio financeiro com a renda da casa. Aplica-se às famílias que se enquadrem até ao 6º escalão de IRS, que tenham uma taxa de esforço superior a 35% e cuja renda esteja nos limites fixados pelo instituto da habitação e reabilitação urbana do respetivo concelho. Este apoio terá o limite de 200€ mensais para cada família.   Redução das taxas de imposto sobre as rendas A taxa geral de tributação sobre os rendimentos prediais desce dos atuais 28% para 25%. Esta resolução vai interferir também nas taxas mais baixas de IRS que são atribuídas aos contratos de maior duração. Além disso, é ainda apresentada a medida de reforço dos incentivos à estabilidade nos contratos de arrendamento, através da redução da taxa de IRS: -Contratos entre 5 e 10 anos: a taxa de 23% passará para 15%; -Nos contratos de 10 e 20 anos: a taxa de 14% passará para 10%; -Já os contratos de mais de 20 anos: a taxa passará de 10% para 5%. Reconversão para habitação Outra deliberação de salientar deste pacote é a que consagra a possibilidade de reconstrução ou reconversão para habitação de terrenos classificados ou imóveis licenciados para comércio ou serviços. Esta possibilidade existirá sem necessidade de alteração do plano de ordenamento do território ou licença de utilização. Simplificação do licenciamento para construção Para finalizar, há duas medidas em discussão sobre este propósito. A primeira estipula que os projetos de arquitetura e de especialidades deixarão de estar sujeitos a licenciamento municipal. Em contrapartida, vai passar a haver um termo de responsabilidade dos projetistas, ficando o licenciamento municipal limitado às exigências urbanísticas. Já a segunda consagra a aplicação de penalizações financeiras para as câmaras municipais ou as entidades públicas que não cumprirem os prazos previstos na lei para a emissão de pareceres.   Como vimos ao longo deste artigo, estão em discussão várias medidas de apoio para fazer frente à crise habitacional que se instalou no nosso país. Enumeramos aquelas que consideramos mais impactantes. Vale relembrar que estamos ainda no período de discussão e ainda nada é definitivo. Se quiseres saber mais sobre este assunto podes ver este vídeo no nosso canal de Youtube. Não te esqueças de subscrever para ficar a par de todas as novidades. Caso precises de ajuda em matéria de créditos ou seguros, podes sempre contactar-nos aqui.

Se renegociar o meu Crédito fico marcado no Banco de Portugal?

Esta é uma daquelas perguntas que atormenta a cabeça da maioria dos portugueses que têm crédito habitação neste momento. E por esse motivo decidimos escrever sobre este assunto para que te possamos esclarecer algumas coisas importantes. Como já falamos num artigo anterior, o Estado veio apresentar algumas medidas de apoio para fazer face às constantes subidas da Euribor. Uma dessas medidas foi a obrigação por parte dos Bancos de renegociarem o crédito habitação dos clientes que apresentem uma taxa de esforço demasiado elevada. Para isso os Bancos estão obrigados a contactar os clientes a fim de recolher os elementos necessários para procederem à análise da sua taxa de esforço. Se quiseres saber mais sobres as medidas de apoio criadas, temos também um vídeo no nosso canal de Youtube onde falamos de cada uma delas ao pormenor. Como se processa esta renegociação A renegociação do crédito habitação será feira em PARI, que significa plano de ação para o risco de incumprimento. Este mecanismo tem como objetivo detetar antecipadamente eventuais riscos de incumprimento e já é utilizado há muito tempo. No entanto, até 31 de dezembro de 2023, está em vigor um conjunto de obrigações adicionais para as instituições implementarem o PARI. A dúvida que se levanta com esta situação é “Se aceitar a renegociação em PARI fico marcado no banco de Portugal?” ou “Se aceitar a renegociação em PARI fico impedido de ter novo crédito?” A resposta do Banco de Portugal Para colmatar estas dúvidas o Banco de Portugal fez um comunicado através do seu website próprio onde diz o seguinte: “Os contratos renegociados no âmbito do novo regime do Plano de ação para o risco de incumprimento (PARI), definido pelo Decreto-Lei nº 80-A/2022, de 25 de novembro, não têm qualquer marcação específica na Central de Responsabilidades de Crédito que permita aos bancos a sua identificação.” Depois ainda acrescenta que: “As renegociações de crédito são identificadas na Central de Responsabilidades de Crédito com uma das seguintes características: Renegociação por incumprimento – quando se verificou a renegociação de um contrato motivada pela falta de pagamento do crédito; Renegociação regular – quando ocorreu uma alteração das condições contratuais iniciais sem que exista uma situação de incumprimento por parte do devedor.” Por fim este comunicado diz: “Um contrato renegociado no âmbito do novo regime do PARI será caracterizado como “renegociação regular”, não se distinguindo de outros contratos de crédito renegociados por motivos não relacionados com dificuldades financeiras, por exemplo, melhorias contratuais devidas a um maior poder negocial do cliente.” Deste texto tiramos a conclusão que esta renegociação não terá nenhuma marcação específica no mapa do Banco de Portugal. O que ficará registado será uma renegociação regular. Consequências desta renegociação Suponhamos que o teu Banco te contacta para proceder à renegociação do teu crédito habitação em consequência destas medidas impostas pelo Governo. As condições são mais favoráveis e isso traduz-se num alívio da tua situação atual, por isso aceitas esta renegociação. No teu mapa de responsabilidades de crédito do Banco de Portugal irá constar esta renegociação regular. Imagina agora que daqui a algum tempo pretendes fazer um novo crédito. Diriges-te a um banco e lá é-te pedido o teu mapa de responsabilidades de crédito. Apresentas o documento e vão verificar que existe um registo de renegociação de crédito anterior. Ainda que esta renegociação não tenha acontecido por incumprimento, esta situação poderá representar um risco para o Banco que escolheste para fazer o novo crédito. De uma forma resumida, é certo que não ficas impedido de ter novo crédito, é certo que não ficas em incumprimento no Banco de Portugal, mas também é certo que aumenta o teu risco para créditos futuros. O nosso conselho Considerando o que vimos anteriormente, o nosso conselho é que deves ouvir a proposta de renegociação do teu banco, caso este ta apresente. Contudo, caso tenhas possibilidade também deverás procurar outras soluções no mercado. E é aqui que nós, como intermediários de crédito vinculados no Banco de Portugal, podemos ajudar-te. Podemos tentar transferir o teu crédito habitação ou tentar juntar todos os teus créditos num único. Se precisares de ajuda neste contexto, podes deixar aqui o teu pedido. Se precisares de ajuda adicional podes sempre contactar-nos aqui.

Documentos que deves alterar depois de comprar a tua nova casa

Acabaste de comprar casa nova e neste momento o que mais queres é disfrutar dela. Contudo, há ainda algumas coisas que precisas de fazer para mais tarde não teres problemas. Acompanha-nos neste artigo onde vamos esclarecer tudo o que precisas fazer nesta nova fase da tua vida. Estas tarefas apenas fazem sentido caso a casa que tenhas comprado seja para habitação principal. No caso de ser habitação secundária, então não precisas de fazer estas alterações. Alterar a morada fiscal A principal coisa a fazer agora que acabaste de comprar casa é alterar a tua morada fiscal. A morada fiscal é aquela que fica registada no teu cartão de cidadão e podes alterá-la de forma online caso tenhas chave móvel digital, ou podes dirigir-te a uma secção do Instituto de Registos e Notariado. Uma vez que alteres a morada do teu cartão de cidadão, será automaticamente atualizada também nas Finanças, Segurança Social, Serviço Nacional de Saúde e ainda no Recenseamento Eleitoral. Esta alteração é muito importante uma vez que, quando compraste a tua casa tiveste direito a uma redução do IMT por esta ser destinada à tua habitação principal. Caso não faças agora esta alteração, as Finanças vão considerar que a casa é habitação secundária e podem exigir-te o restante valor de IMT em falta. Pedido de isenção de IMI Depois de alterares a tua morada fiscal deves pedir a isenção de IMI. Normalmente esta isenção é atribuída automaticamente, mas por precaução recomendamos sempre que faças o pedido previamente para evitar transtornos futuros. Caso tenhas dúvida se terás direito a esta isenção, o melhor é fazer o pedido de qualquer forma e aguardar a decisão. O máximo que pode acontecer é vir recusado. Para pedires a Isenção de IMI de forma online no Portal das Finanças ou presencialmente no balcão da repartição das Finanças da tua área. Atualizar a morada dos documentos automóveis Se tens automóvel, motociclo ou qualquer outro veículo sujeito a matrícula, também terás de atualizar a morada dos respetivos documentos. Ao fazeres esta atualização será emitido um novo documento do veículo que receberás depois por correio na tua residência. Este pedido pode ser feito de forma online caso tenhas certificado digital do cartão de cidadão, ou podes dirigir-te à Conservatória do Registo Automóvel ou ainda recorrer a um solicitador. Contratação de serviços essenciais Agora que acabaste de comprar casa, não te esqueças que vais ter de tratar da contratação dos serviços de abastecimento de água, eletricidade e de gás, se for o caso. Sem estes serviços contratados não terás condições de viver na tua casa nova. Para poderes fazer estes contratos terás de apresentar a escritura ou documento particular autenticado que comprove que a casa é tua. Transferir o pacote de telecomunicações Se já tinhas contratado um pacote de telecomunicações (TV, Internet, Telefone, etc.) numa outra morada, podes agora fazer a transferência desses serviços para a tua nova residência. Este é também o melhor momento para tentares melhorar as condições destes contratos. Isto porque, ao mudares de casa terás a possibilidade de rescindir o contrato e contratar um serviço diferente. Por essa razão, a operadora terá todo o interesse em manter-te como cliente e por isso vai apresentar-te as melhores soluções. Alterar a morada das tuas apólices de seguros Caso tenhas seguros contratados, quer sejam seguros auto, seguros de vida, de saúde, etc., outro documento que deves alterar depois de comprares a tua nova casa é a apólice de seguro. Assegura-te de que comunicas a alteração de morada à tua seguradora ou mediador para evitares perder correspondências importantes. Comunicar a nova morada no Banco É ainda importante comunicar a alteração de morada ao banco ou bancos onde és cliente. A correspondência enviada pelas instituições bancárias tem caráter sigiloso e é conveniente que seja entregue apenas ao cliente a quem diz respeito. Assim não corres o risco de enviarem por exemplo cartões de multibanco ou cartões de crédito para a morada antiga. Inscrição no Centro de Saúde Outra tarefa imprescindível e que muitas vezes fica esquecida é fazer a inscrição no Centro de Saúde da área da tua nova casa. É claro que isto só se aplica caso tenhas mudado de concelho. Se a tua nova casa fica na mesma zona da antiga morada, este passo não se aplica. Comunicar a nova morada às restantes instituições Para além das instituições que já mencionamos anteriormente, podem existir outras onde seja importante informares o teu novo endereço postal agora que acabaste de comprar casa. Estamos a falar por exemplo da tua entidade patronal, da escola dos teus filhos ou de qualquer outra entidade que precise desta informação ou que habitualmente te envie correspondência. Estes foram alguns passos que achamos importante referir se acabaste de comprar casa. Convidamos-te a assistir a este vídeo no nosso canal do Youtube onde falamos mais deste assunto. Caso tenhas alguma dúvida ou precises da nossa ajuda, não hesites em contactar-nos aqui.