ON Crédito

Taxa de esforço

TAXA DE ESFORÇO

Muito se ouve falar em taxa de esforço, mas afinal, é assim tão importante? Neste artigo vamos explicar-te tudo sobre esta medida, como calcular e formas de a diminuir. Vamos dar-te exemplos práticos para que entendas tudo de forma simples. Acompanha-nos para saberes mais. Taxa de esforço – o que é? De uma forma resumida, podemos dizer que a taxa de esforço é a relação entre o teu rendimento líquido e as prestações de créditos que pagas. Ou seja, serve para medir a tua capacidade para suportares uma nova mensalidade. Esta medida é essencial para aprovação de um crédito, e é um dos primeiros fatores que as financeiras vão analisar quando submeteres um pedido de crédito. A tua taxa de esforço vai ser analisada não só quando submeteres um novo pedido de crédito, mas também quando pedires uma renegociação de crédito, por exemplo. Como se calcula? Para analisar esta taxa, a instituição financeira vai ter em atenção o teu rendimento líquido mensal (normalmente a média dos últimos 3 meses) e as prestações que tens relativas a créditos pessoais, habitação, automóvel, linhas de crédito e mesmo cartões de crédito. Para calcular o rendimento líquido são considerados os salários, as rendas, as pensões e reformas e outros rendimentos mensais fixos declarados em IRS. A fórmula para se efetuar este cálculo é a seguinte: Taxa de esforço = Prestações / Rendimento líquido x 100 Vamos dar-te um exemplo prático. A Inês tem 2 créditos: 1 habitação, cuja prestação mensal é de 350€, e um automóvel cuja prestação é de 215€. No total, a Inês tem prestações mensais de 565€. O salário líquido dela é de 1.200€. Vejamos então a taxa de esforço da Inês: Taxa de esforço = 565 / 1.200 x 100 Taxa de esforço da Inês = 47,08% Existe uma taxa de esforço ideal? Idealmente, esta medida não deve ultrapassar um terço do teu rendimento líquido. Isto significa que a taxa de esforço ideal anda em torno dos 33%. Contudo, não existe um valor certo. Cada financeira tem as suas próprias regras e esta medida pode ser diferente em cada uma delas. Também difere de acordo com o tipo de crédito que pretendes pedir. Regra geral, no crédito habitação a taxa pode ser ligeiramente superior, em relação aos créditos ao consumo. No entanto, a tua taxa de esforço nunca poderá ser superior a 50%, segundo a recomendação do Banco de Portugal. Voltemos ao caso da Inês, sendo que o salário líquido dela é de 1.200€, para cumprir a taxa de esforço ideal, ela não deveria ter mais do que 396€ em prestações. Como posso reduzir a minha taxa de esforço? Ora, já vimos que a taxa de esforço é a relação entre rendimentos líquidos e prestações. Então, para conseguires reduzir a tua taxa tens duas opções: aumentar os teus rendimentos ou diminuir as tuas prestações. É claro que na prática, nem sempre é tão simples como parece. Contudo, a tua vida financeira é muito importante, e deverás fazer o possível para a melhorar, sempre que tenhas oportunidade. Para aumentares os rendimentos, podes procurar um part-time ou uma forma de conseguires algum dinheiro extra ao final do mês. Também podes tentar procurar um novo emprego, com melhores condições. Nem sempre é fácil, mas não custa tentar. Para diminuíres os teus gastos mensais com prestações podes tentar renegociar os teus créditos, fazer um crédito consolidado ou uma transferência do crédito habitação. Um crédito consolidado serve para juntares vários créditos num só, de forma a reduzir o valor final da prestação. Falamos mais sobre este tema neste artigo. Já com a transferência do crédito habitação, consegues encontrar melhores condições para a tua situação, podendo ainda juntar créditos pessoais que também possas ter. Para saberes como funciona, convidamos-te a ler este artigo. O nosso conselho Agora que já sabes o que é a taxa de esforço e como se calcula, já sabes porque é que as financeiras te pedem os recibos de vencimento, IRS e o mapa de responsabilidades de crédito do Banco de Portugal. Todos estes documentos servem para calcular a tua taxa de esforço e assim decidir se é possível ou não aprovar o teu pedido de crédito. Cuida da tua vida financeira e não deixes que a tua taxa de esforço chegue ao limite. Se te encontras numa situação difícil com os créditos pessoais, deixa aqui o teu pedido para te tentarmos ajudar. Se o teu problema é a prestação do crédito habitação, que não para de aumentar, podes transferir o teu crédito habitação para outro banco, de forma a melhorares as tuas condições atuais. Como intermediários de crédito vinculados, podemos ajudar-te com este processo. Se tens interesse podes deixar aqui o teu pedido. Por fim, se quiseres saber mais sobre este e outros assuntos, podes ver o nosso canal de Youtube, e aproveita para te inscreveres, para ficares a par de todas as dicas importantes. Também nos podes seguir nas redes sociais, onde publicamos todos os dias informação relevante, encontra-nos aqui.

Crédito consolidado

Se nos acompanhas regularmente, com certeza já ouviste falar em crédito consolidado. O crédito consolidado, no fundo, serve para juntar vários créditos pessoais, automóveis ou cartões de crédito. É uma forma de poupares algum dinheiro ao fim do mês e de conseguires organizar melhor a tua vida financeira. Contudo, como em qualquer outro crédito, é importante que estejas a par de toda a informação relevante, para que tomes decisões acertadas. Neste artigo, vamos tentar explicar-te como funciona este tipo de crédito. Que tipo de créditos posso juntar? Então, já vimos que o crédito consolidado serve para juntar vários créditos. Mas será que podes juntar tudo, sem exceção? Não. Se tiveres crédito habitação, não podes juntá-lo num crédito consolidado. Se este é o teu caso, a solução é a transferência do crédito habitação. Assim sendo, no consolidado, só podes juntar créditos ao consumo: créditos pessoais, automóveis, renováveis e linhas de crédito, ou cartões de crédito. Posso fazer um crédito consolidado, mesmo estando em incumprimento bancário? A resposta é não. Se estás numa situação de incumprimento registado no Banco de Portugal, infelizmente não poderás recorrer a crédito consolidado. Aliás, nesta situação não podes recorrer a nenhum tipo de crédito. Ou seja, terás de regularizar a tua situação, aguardar que o registo fique atualizado no Banco de Portugal, e só depois poderás tentar aprovar o pedido de crédito consolidado. Não sabes como regularizar a situação? Convidamos-te a ler este artigo, onde falamos mais sobre o assunto. Qual o montante e o prazo máximo? Tal como qualquer outro tipo de crédito, o consolidado também está sujeito às regras do Banco de Portugal. Ora, segundo as normas desta instituição, o montante máximo permitido para créditos ao consumo é de 75.000€. Apesar disso, as financeiras podem estabelecer limites inferiores. Agora, somaste todas as tuas responsabilidades de crédito e o resultado é superior a 75.000€? Não vais conseguir juntar todos os créditos. A sugestão é juntar o máximo possível, e deixar alguns de fora. Se esta for a tua situação, prioriza liquidar os cartões de crédito. Em relação ao prazo permitido, o Banco de Portugal estabelece o prazo máximo de 84 meses, ou seja, 7 anos. Esta é a regra geral e é aplicada pela maioria das instituições financeiras. Todavia, há algumas financeiras que conseguem estender este prazo até aos 120 meses, ou seja, 10 anos. Se tiver créditos em conjunto com outra pessoa, posso consolidar só no meu nome? Depende. Embora não seja obrigatório juntares essa pessoa a este crédito consolidado, algumas financeiras exigem que o faças. Enquanto outras, não fazem essa exigência. É claro que, em termos de taxa de esforço, será mais fácil aprovar o pedido se juntares outra pessoa como 2º titular. Mas não és forçado a fazê-lo. Sou obrigado a juntar todos os créditos que tenho? A resposta é não. Só juntas os créditos que quiseres. Por vezes, há produtos que não são vantajosos juntar. Por exemplo, imagina que tens dois créditos pessoais que contrataste há 3 anos e que terminam daqui a 4 anos. E contrataste este ano um crédito automóvel que só termina daqui a 10 anos. Este último financiamento, muito provavelmente não será vantajoso juntar, porque vais encurtar o prazo, e consequentemente aumentar o valor da prestação. Quais as vantagens de recorrer a um crédito consolidado? Desde logo, a primeira vantagem é a poupança mensal que consegues ter, quando juntas todos os créditos. Em algumas situações essa poupança pode ser bem significativa, sobretudo se tiveres cartões de crédito com valores em dívida elevados. Outra vantagem, é ficares apenas com uma prestação. Não precisas de te preocupar com inúmeras prestações a serem debitadas da tua conta bancária, nem precisas de ficar o mês tudo a confirmar se está tudo em dia. No crédito consolidado, ficas apenas com uma prestação, por isso sabes com o que contar. Por fim, outra situação que poderá ser vantajosa, é aproveitares o crédito consolidado para solicitares alguma liquidez adicional. Pode ser vantajoso se tiveres algum projeto em vista. Como posso fazer o pedido? Antes de mais nada, como intermediários de crédito vinculados, podemos ajudar-te com este processo. Trabalhamos com várias instituições financeiras, onde vamos tentar aprovar o teu pedido, de acordo com a tua situação e com as melhores condições possíveis. O nosso trabalho é inteiramente gratuito, nunca terás de pagar nada pelo nosso serviço. Falamos sobre isso neste artigo. Trabalhamos de forma 100% digital, podes fazer tudo a partir do conforto do teu lar. Caso tenhas interesse, podes deixar o teu pedido aqui. Por último, se quiseres saber mais sobre crédito consolidado, convidamos-te a ver este vídeo no nosso canal de Youtube. Aproveita para subscrever o canal para ficares a par de todas as notícias e dicas sobre finanças.

O Abecedário do crédito: V, W, X, Y, Z

VIDA

V – Vida É claro que todos sabemos que a vida é o bem mais precioso. Neste artigo, vamos debruçar-nos sobre o seguro de vida. Desde logo, existem vários tipos de seguros de vida: seguros de vida associados a crédito, seguros de vida plenos, seguros de vida poupança, etc. Depois, dentro de cada tipo, podes contratar diversas coberturas, para além claro, da cobertura de morte que é a principal. Ora, no que diz respeito a crédito habitação, já sabes que este é um seguro obrigatório para conseguires contratar financiamento. Contudo, isso não significa que o tenhas de contratar no banco, podes e deves fazê-lo fora. Por outro lado, no que diz respeito ao crédito ao consumo, embora nem sempre seja obrigatório, é sempre vantajoso contratar seguro de vida. Podes saber mais sobre este tema neste artigo do nosso blog, onde nos aprofundamos mais sobre isto. W – Web Web é uma palavra em inglês que significa “teia” ou “rede”. Falar em web é o mesmo que falar em Internet. E neste artigo queremos falar sobre a possibilidade de fazeres crédito através da Internet. Sabemos que vivemos num mundo cada vez mais digital, onde quase tudo se pode fazer através da Internet. E no que diz respeito a créditos, não é diferente. Desde logo, sabes que hoje em dia podes contratar crédito sem sair de casa, de forma totalmente segura e gratuita. Assim, como intermediários de crédito vinculados pelo Banco de Portugal, estamos habilitados a ajudar-te nesse processo, de forma 100% digital. Podes deixar o pedido no nosso site, enviar a documentação por e-mail e assinar todos os documentos à distância. Se estivermos a falar de crédito habitação, poderás ter de te dirigir ao banco para assinar a escritura. Contudo, tudo o resto é tratado de forma digital, e não tens de te preocupar com nada! Se quiseres fazer um pedido de crédito pessoal, podes fazê-lo aqui. Se, por outro lado, queres fazer um pedido de crédito habitação, podes fazê-lo aqui. X- Xeque-mate Xeque-mate é o lance que põe fim ao jogo de xadrez. Quando fazes xeque-mate, terminas a partida de forma vitoriosa. Queremos com isto fazer uma analogia à aprovação do teu pedido de crédito. Ou seja, fazer xeque-mate no crédito é conseguir a melhor proposta de mercado, adequada à tua situação. Pode ser a melhor proposta de crédito pessoal, a melhor proposta de crédito habitação ou mesmo de seguros. Todos queremos sair vitoriosos, e neste âmbito, isso significa fazer as melhores escolhas. Então, como intermediários de crédito, podemos ajudar-te a encontrar a melhor solução para o teu caso, de forma totalmente gratuita. Se quiseres saber mais sobre o nosso trabalho, podes ler este artigo no nosso blog. Por fim, assume o controlo da tua vida financeira e não permitas que seja a outra parte a fazer xeque-mate. Convidamos-te a ver este vídeo no nosso canal de Youtube onde falamos mais sobre este tema. Y – Yes Acima de tudo, a aprovação do pedido de crédito é aquilo que todos desejam, mas nem sempre é fácil. Desde logo, o principal erro de muitas pessoas é tentar aprovar crédito em várias instituições financeiras e bancos ao mesmo tempo, sem qualquer critério ou cuidado. É importante conhecer o mercado e conhecer as melhores soluções para cada caso. E uma pessoa leiga no assunto, pode não estar a par de tudo isso. Se estás a pensar pedir um crédito, quer seja crédito pessoal, quer seja crédito habitação ou qualquer outro tipo de financiamento, dá uma vista de olhos no nosso canal de Youtube onde publicamos vários vídeos com informação relevante sobre o tema. Se tiveres interesse em recorrer aos nossos serviços, podes fazê-lo aqui. Z – Zás-trás Como falamos anteriormente, hoje em dia conseguimos trabalhar de forma totalmente digital. Se recorreres aos nossos serviços, terás respostas rápidas da nossa parte. Todo o processo é tratado de forma ágil para que consigas resolver a tua situação o mais rápido possível. É claro que a tua intervenção é necessária, e precisamos que faças a tua parte para conseguirmos fazer um bom trabalho. Nomeadamente, no que diz respeito ao envio da documentação necessária. Por fim, podes ver este vídeo no nosso canal do Youtube, onde falamos mais sobre o assunto.

Prazos para o IRS em 2024

IRS

Já é conhecido o calendário do IRS para 2024. Fica atento a este artigo para que não te escape nenhuma data importante. Não te esqueças que o incumprimento dos prazos do IRS pode acarretar consequências, desde perda de direitos até aplicação de multas. Vejamos então as datas importantes: Até dia 15 de fevereiro Em primeiro lugar, tens até esta data para comunicar a constituição do teu agregado familiar. Se desde a última declaração contraíste ou dissolveste matrimónio, tiveste filhos ou passaste a viver em união de facto, deves comunicar esse facto às Finanças. Contudo, caso não tenha havido nenhuma alteração à tua situação desde a última declaração, não precisas de fazer nada, mas é sempre conveniente confirmar se está tudo certo no Portal das Finanças. Até dia 26 de fevereiro Em seguida, tens até este dia para confirmar os valores das despesas no Portal do E-Fatura. Porém, se não fazes este processo regularmente, podes ter uma tarefa trabalhosa pela frente, porque poderás ter muitas despesas para confirmar. Este é um procedimento muito importante a fazer, para garantires que todas as tuas despesas serão deduzidas de forma correta. Assim, verifica se os valores estão corretos e se estão inseridos nos sectores corretos (despesas familiares, despesas de saúde, educação, etc.). Do mesmo modo, verifica se tens faturas pendentes de informação complementar no Portal. Caso tenhas, deves preencher a informação em falta para que estas faturas sejam validadas. Até 15 de março Até esta data, a Autoridade Tributária e Aduaneira vai disponibilizar os montantes considerados para as deduções à coleta. Estes montantes são calculados de acordo com as despesas validadas anteriormente. Entre 16 e 31 de março Não concordas com os valores considerados pelas Finanças das deduções à coleta? Então, este é o prazo em que podes apresentar a tua reclamação. Podes reclamar gratuitamente e pedir que estes valores sejam corrigidos. Contudo, só podes contestar os montantes relativos a despesas gerais familiares e as deduções do IVA pela exigência de fatura. Verificaste que os valores das despesas de saúde e educação, ou encargos com lares ou imóveis não estão corretos? Este não é o momento de reclamar. Porém, podes fazê-lo quando entregares a declaração do IRS, corrigindo os valores necessários. Não te esqueças de verificar se tens a documentação necessária para comprovar as tuas reclamações. Até 31 de março Até este dia podes corrigir o IBAN comunicado às Finanças. Se tiveres alguma importância a receber por reembolso de IRS, este é o IBAN que será utilizado para proceder ao pagamento. Contudo, caso não tenhas nenhum IBAN comunicado, o pagamento será feito através de cheque bancário. Assim, para garantires um reembolso mais rápido, confirma se o IBAN comunicado no Portal das Finanças está correto. Igualmente, tens até este dia para avisar antecipadamente as Finanças se pretendes consignar parte do IRS ou IVA em benefício de alguma entidade. Esta atitude não acarreta nenhum custo nem desvantagem para o contribuinte. Ou seja, é uma forma de ajudar uma instituição de cariz social. No Portal das Finanças encontras uma lista com as entidades autorizadas a receber este apoio. Entre 01 de abril e 30 de junho No dia 01 de abril inicia o prazo para entregar a declaração de IRS. Tens três meses para o fazer. Apesar disso, embora o possas fazer logo no primeiro dia, não é recomendável. Isto porque nas primeiras semanas o sistema pode ter erros de preenchimento ou mesmo de cálculo do imposto. Por isso, o ideal é esperar uns dias e só depois entregar a declaração. E como fazer esta entrega? Primeiramente, verifica se estás abrangido pela entrega de IRS automático. Se assim for, só precisas de confirmar os dados no sistema e validar a declaração. Cada vez mais contribuintes são elegíveis para este procedimento. Porém, se não estás abrangido pela entrega de IRS automático, terás de preencher a declaração, com todos os anexos devidos. Se não sabes fazê-lo, o ideal é procurar a ajuda de um profissional. Lembra-te, quanto mais cedo fizeres a entrega do IRS, mais cedo o Estado vai processar o teu reembolso, se tiveres direito a ele. Não te esqueças que a declaração do IRS é um documento que te pode ser solicitado muitas vezes, para atribuição de subsídios, abono de família ou mesmo aprovação de créditos. Por isso, não te esqueças de o fazer. Até 31 de julho O Estado tem até este dia para processar a tua nota de liquidação do IRS. Neste documento ficas a saber se tens ou não direito a receber reembolso de IRS e quais os valores considerados para o efeito. Caso tenhas direito, é até este dia que vais receber o teu reembolso. Até 31 de agosto Finalmente, recebeste a tua nota de liquidação e, em vez de receberes reembolso, vais ter de pagar IRS? Tens até ao dia 31 de agosto para proceder ao pagamento. Depois desta data, e se cumpriste todas as obrigações fiscais, estás livre de responsabilidades relativas ao IRS durante este ano. Quer ficar a par deste tema e muitos outros? Visita o nosso canal do Youtube. Convidamos-te também a ler outros artigos do nosso blog, onde falamos sobre vários assuntos importantes relacionados com a vida financeira.

Incumprimento

INCUMPRIMENTO

Se contrataste crédito, ou estás a pensar contratar, provavelmente já ouviste falar em incumprimento. Diariamente somos contactados por várias pessoas que precisam de esclarecimentos quanto a este problema. Se queres saber mais sobre este tema, acompanha-nos neste artigo. Incumprimento bancário, o que significa? Antes de mais nada, quando se fala em incumprimento, estamos a referir-nos a incumprimento de crédito registado no Banco de Portugal. Mas afinal o que é este incumprimento? Tal como o próprio nome indica, entras em incumprimento quando não cumpres com as tuas obrigações de pagamento das prestações perante o banco ou financeira onde tens o teu crédito. Por vezes, um atraso no pagamento da prestação já é o suficiente para que o teu banco comunique esta situação ao Banco de Portugal, e fiques com um registo de incumprimento. Então, queres verificar se estás em incumprimento? Basta acederes aqui e verificares o teu mapa de responsabilidades de crédito (CRC). Neste vídeo, explicamos como fazer, passo – a – passo. Agora, reparaste que estás e incumprimento e agora não sabes o que fazer? Deves fazer o possível para resolver esta situação o mais rápido possível. O que fazer se estás em incumprimento? Desde logo, o primeiro passo é descobrires o motivo que levou a este registo. Foi um atraso no pagamento? Será que ultrapassaste o limite do cartão de crédito e não deste conta? Será que não tinhas saldo suficiente para que a prestação fosse debitada corretamente? Se não encontras motivo aparente para que este registo conste no teu mapa de responsabilidades de crédito, sugerimos que contactes o teu banco ou instituição financeira e questiones. Por vezes, pode até tratar-se de um erro. Em seguida, o próximo passo é resolver esta situação. É uma divida pequena que consegues pagar sem grande esforço? Procede imediatamente ao pagamento e guarda um comprovativo. A dívida é maior do que esperavas e não tens meios de pagar no imediato? Contacta o banco ou financeira e pede ajuda para regularizar esta situação por meio de um acordo de pagamento. Contudo, se for um caso mais complexo, o teu banco pode iniciar um procedimento chamado PERSI. Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento. Este processo obedece a regras próprias criadas pelo Banco de Portugal e visa facilitar a resolução do incumprimento. Porém, a desvantagem de utilizar esta medida, é que o registo fica no Banco de Portugal. E qualquer outro banco terá acesso a esta informação, que não é muito abonatória para futuras aprovações. Todavia, não conseguiste chegar a acordo com o banco? Podes tentar recorrer à RACE. Rede de Apoio ao Consumidor Endividado. Nesta rede encontras empresas que estão devidamente autorizadas pelo Banco de Portugal para tentar mediar estas situações. Pode procurar aqui uma empresa perto de ti. Conseguiste regularizar a situação? Ótima notícia. Contudo, não te admires caso o registo no Banco de Portugal permaneça. Isto porque o mapa de responsabilidades de crédito é atualizado apenas uma vez por mês. E dependendo da data em que regularizes o incumprimento, pode ser que o registo só fique atualizado no mês seguinte. Quando pedir ajuda? Acima de tudo, lembra-te que estas situações de incumprimento acabam por criar mau histórico junto dos vários bancos e instituições financeiras. É preciso que cuides devidamente das tuas finanças para garantires que nunca tenhas problemas no futuro. Nesse sentido, se estiveres a enfrentar dificuldades financeiras, procura ajuda o mais cedo possível. Podes recorrer aos nossos serviços de intermediação de crédito para reduzir as tuas prestações ou consolidar os teus créditos. Se precisares, podes deixar aqui o teu pedido. Além disso, se as dificuldades financeiras estiverem relacionadas com a perda de rendimento, seja por desemprego ou doença, verifica se tens algum seguro que possa cobrir essa situação. Por vezes fazemos seguros associados aos créditos e nem estamos inteirados das coberturas que temos. Já tivemos casos em que os clientes estavam a passar por necessidades desnecessariamente porque tinham um seguro que, em caso de baixa médica, ou desemprego, pagava a prestação mensal do crédito. Finalmente, se quiseres saber mais sobre este assunto, podes ver este vídeo no nosso canal de Youtube. Caso tenhas alguma questão, podes sempre entrar em contacto através dos contactos disponíveis neste site.

O Abecedário do crédito: S, T, U.

SPREAD

S – Spread Se tens crédito habitação ou pretendes contratar, de certeza que já ouviste falar em Spread. E o que é isso? No fundo, o spread é a taxa de juro que o banco cobra pelo teu crédito habitação. Ou seja, é a margem de lucro das instituições bancárias. A prestação do teu crédito é influenciada pelos juros. E os juros são a soma do Spread com a Euribor. (Falamos sobre a Euribor neste artigo.) Esta soma é a TAN. Então, quanto menor for o teu Spread, menos vais pagar pelo teu crédito. Como sabes, a Euribor não é negociável. Esta taxa é determinada pelo Banco Central Europeu. Mas o Spread sim, podes e deves negociar com o banco. Em suma, o Spread é um elemento muito importante a ter em conta no momento em que contratas o teu crédito. Contudo, não é só a isso que te deves atentar. Há outros fatores a considerar, se quiseres tomar uma decisão acertada. Falamos por exemplo dos seguros obrigatórios e dos produtos associados. Isto porque, muitas vezes, os bancos oferecem um spread reduzido, mas com a condição de contratares outros produtos no banco. E estas condições geralmente não são as mais favoráveis. Tens crédito habitação? Sabes qual é o spread contratado? Se tiveres spread superior a 0%, podes estar a perder dinheiro. Se este é o teu caso, podes tentar transferir o teu crédito e encontrar melhores propostas. Como intermediários de crédito vinculados, podemos ajudar-te neste processo, de forma totalmente gratuita. Se tiveres interesse, podes deixar aqui o teu pedido. T – TAEG Outra sigla que provavelmente já ouviste falar quando se fala em créditos é a TAEG. Ora, esta sigla significa Taxa Anual de Encargos Efetiva Global. Em suma, quanto menor for a TAEG, mais barato é o teu crédito. Esta taxa foi criada como forma de auxiliar na comparação de várias propostas de crédito. São consideradas todas as despesas do teu crédito, como prestação, seguros, juros, despesas bancárias, impostos e produtos associados. Contudo, deves ter cuidado quando analisas as propostas com base nesta taxa. Isto porque é muito fácil induzir-te em erro relativamente a alguns fatores. Por exemplo, imagina que tens uma proposta aprovada para crédito habitação. Negociaste esta proposta muito bem e conseguiste contratar os seguros fora do banco, por um preço muito menor. Quando o banco faz a FINE de aprovação, é obrigado a considerar o custo dos seguros para calcular a TAEG. Mas ele não sabe quais os valores dos seguros que tu vais contratar. Então, vai considerar os valores base praticados pelo banco. Ou seja, esta TAEG não é real, é presumida. Assim, quando quiseres comparar propostas, não te atentes apenas à TAEG. A melhor solução para evitar cair em erros é sempre recorrer a um intermediário de crédito. Nós negociamos as melhores propostas para ti, de forma totalmente gratuita. Não percas mais tempo e deixa aqui o teu pedido. U – Usufruto Vamos deixar um pouco as taxas de lado, e falar de outro assunto. Sabes o que é o usufruto? No fundo, é um direito real de gozo sobre uma coisa alheia. Por exemplo, o sujeito A tem a propriedade de uma casa, e o sujeito B tem o usufruto. Apesar da casa ser propriedade do A, quem tem o direito de gozar a casa é o B. O que normalmente acontece, é doação com reserva de usufruto. Imagina que os teus pais fazem uma doação da casa para ti. Mas reservam o usufruto para eles. Significa que, embora a casa seja tua propriedade, enquanto os teus pais forem vivos, tem o direito de habitar e usar o imóvel como entenderem. Assim, o usufruto é extinto com a morte do usufrutuário. Quando existe usufruto, é registado como ónus sobre o imóvel. Contudo, embora a situação mais comum seja efetivamente nas doações, existem excelentes negócios que são feitos através desta opção. Por exemplo, supõe que queres comprar uma casa a baixo custo. Por vezes consegues fazê-lo reservando o usufruto a favor do atual dono. Em suma, o proprietário vai ganhar uma quantia de dinheiro para viver o resto da vida, e quando este falecer, tu tens a propriedade plena do imóvel. No entanto, nestas situações, não é possível recorrer a crédito habitação. Isto porque os bancos não querem como garantia um imóvel que tenha um ónus registado. Mas, se tens possibilidade de comprar uma casa nestas condições, sem recorrer a financiamento, esta pode ser uma opção interessante para ti.

O Abecedário do crédito: P,Q,R

PRESTAÇÃO

P – Prestação Já todos nós ouvimos falar em prestação. Sobretudo nos últimos tempos em que em todos os noticiários se fala no aumento desenfreado das prestações do crédito habitação. Mas o que é isto? Ora, a prestação não é mais do que aquilo que tu pagas mensalmente ao teu banco, pelo teu crédito. Seja crédito habitação, crédito pessoal, crédito automóvel ou mesmo cartão de crédito, tens sempre a responsabilidade de pagar prestações. Antes de tudo, a prestação do teu crédito é composta por duas partes: uma delas diz respeito à amortização do capital em dívida (falamos deste assunto neste artigo) e outra diz respeito ao pagamento dos juros. Os juros são o lucro do banco, é aquilo que o banco ganha com o teu crédito. Também falamos sobre este assunto neste artigo. E este pagamento é sempre igual? Não. O montante que pagas de prestação pode variar. Sobretudo se estivermos a falar em crédito habitação e tiveres contratado taxa variável. Se assim for, o montante da tua prestação vai variar conforme a Euribor que estiver em vigor no momento da revisão. Se, por outro lado, contrataste o teu crédito no regime de taxa fixa, a tua prestação será a mesma desde o início até ao fim do contrato. Em conclusão, a prestação é o pagamento devido pelo teu crédito. Q – Quanto posso poupar Se nos acompanhas regularmente, provavelmente já sabes que ao recorreres a um intermediário de crédito podes encontrar uma forma de poupar com os teus créditos e seguros. Ora, esta poupança pode ser feita de várias formas e depende de cada caso. Por exemplo, se tens vários créditos pessoais dispersos por várias instituições financeiras, talvez consigas poupar se fizeres um crédito consolidado. Com esta solução, juntas todos os créditos num só. Tens interesse? Podes deixar aqui o teu pedido. Do mesmo modo, outro exemplo é o da transferência do crédito habitação. Sabias que podes mudar de banco quando tens crédito habitação? Ao transferir o crédito, podes conseguir melhorar as tuas condições atuais e até pedir um reforço de capital para liquidar outros financiamentos que tenhas. Se é o teu caso, podes deixar aqui o teu pedido para tentarmos ajudar. Se quiseres saber mais sobre este tema, também podes ver este vídeo no nosso canal de Youtube. Para além destas soluções, há outras opções que podes usar para conseguires poupar algum dinheiro ao final do mês. Assim, como intermediários de crédito vinculados, ajudamos-te a encontrar a melhor solução de forma totalmente gratuita. Se queres saber mais sobre o nosso trabalho, convidamos-te a ler este artigo. R – Refinanciamento Já ouviste falar em refinanciamento? No fundo, é aproveitar um crédito que já tens e negocia-lo de forma a conseguires mais dinheiro. Atualmente, o melhor exemplo desta solução é o crédito habitação. Quando contratas crédito habitação, a tua casa fica com um registo de hipoteca a favor do banco. Em outras palavras, é a garantia do banco, falamos sobre isto neste artigo. Imagina que tens crédito habitação há mais de dois anos, e agora queres comprar outro imóvel para investimento. Mas não tens capitais próprios para pagar os 20% de entrada deste segundo imóvel. Ainda assim, podes transferir o teu crédito habitação para outro banco e pedir um reforço de liquidez nesta operação de forma a conseguires o valor necessário para investir noutro imóvel. É certo que a tua casa fica sempre como garantia para o banco e é necessário que tenha valor de mercado suficiente para aprovar a operação. Também é necessário que tenhas capacidade para pagar os dois créditos, chama-se taxa de esforço. Se quiseres saber mais sobre isto podes ver este vídeo no nosso canal de Youtube. Se tens interesse, podes deixar aqui o teu pedido, temos todo o gosto em ajudar-te a alcançar os teus sonhos.

O Abecedário do crédito: G, H, I.

G – Garantias Hoje vamos falar-te sobre garantias. Quando nos referimos a garantias em contexto de crédito, estamos a falar-te das valias que são usadas para acautelar a aprovação do financiamento. Embora o tipo de crédito onde é mais usual ouvires falar sobre garantias seja o crédito habitação, não é só neste que elas existem. Assim, existem dois tipos de garantias: real e pessoal. Garantia real é aquela que incide sobre determinado bem, como a tua casa ou o teu automóvel por exemplo. Por outro lado, garantia pessoal é aquela que incide sobre a própria pessoa, como uma livrança ou o seguro de vida. No crédito habitação, a principal garantia é a hipoteca que se constitui sobre o teu imóvel. Vamos falar mais à frente sobre este tema. Contudo, o seguro de vida e o seguro multirriscos também acabam por configurar garantias, porque tem como finalidade o acautelamento do cumprimento da obrigação. Ainda no âmbito do crédito habitação, pode haver lugar à inclusão de fiadores. A fiança também é uma garantia. Por fim, no crédito automóvel, a garantia que mais se utiliza é a reserva de propriedade do veículo enquanto que no crédito pessoal, embora não seja muito usual, a garantia que se usa é a livrança. No fundo, estas situações servem para o que a instituição que te vai conceder crédito, fique mais salvaguardada no caso de haver algum incumprimento no pagamento das prestações. De salientar que, com inclusão destas valias, normalmente a aprovação do crédito é mais fácil e poderá ser mais em conta também. H – Hipoteca Como vimos anteriormente, a hipoteca é um tipo de garantia utilizado no crédito habitação. Quando contratas crédito habitação, o banco constitui uma hipoteca sobre o teu imóvel. Ao contrário do que muitos pensam, não significa que o imóvel seja do banco. A propriedade da casa é sempre tua. Mas, se deixares de cumprir com a tua obrigação de pagamento das prestações, o banco pode usar a hipoteca constituída para abrir um processo executivo e penhorar a tua casa. E aí sim, podes perder o teu imóvel. Ou seja, a hipoteca não é nada mais do que uma valia que garante que, como proprietário do imóvel, vais cumprir com o teu compromisso de pagar todas as prestações. Caso contrário, corres o risco de perder a tua casa. Assim, esta hipoteca é constituída com a escritura pública ou Documento Particular autenticado, quando compras a tua casa. Fica averbada junto da conservatória do registo predial, até que o crédito seja totalmente liquidado. Tens crédito habitação e queres rever as condições? Podes deixar aqui o teu pedido, temos todo o gosto em ajudar. Se estás a pensar comprar casa, e queres recorrer a financiamento, podes deixar aqui o teu pedido. I – Impostos Esta é palavra que menos agrada a toda a gente: impostos. Neste artigo, queremos falar-te sobre os impostos associados ao processo de crédito, que é a nossa área. Quando nos referimos a crédito habitação, há alguns impostos que temos de ter em conta. Desde logo: -Imposto de selo sobre o crédito -Imposto de selo sobre a compra -Importo Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis (IMT) Além disso, depois de comprares a tua casa, ainda tens de pagar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) todos os anos. Há situações em que podes ter isenção deste pagamento. Por isso, se estás a pensar comprar casa, não te esqueças que fazer contas aos impostos que vais ter de pagar. Contudo, não é só no crédito habitação que é necessário pagar impostos. No crédito pessoal, por exemplo, também tens de pagar imposto de selo. O que acontece na maior parte das vezes é que este valor é incluído no valor do crédito, e acabas por nem perceber que estás a pagar imposto, porque está diluído no valor das prestações. De salientar que, qualquer tipo de crédito que contratas, é obrigatório pagar imposto de selo. Se tens dúvidas e precisas da nossa ajuda, não hesites em contactar-nos.

O Abecedário do crédito: D, E, F.

D – DSTI DSTI é a sigla para “Debt service-to-income” Mas afinal, o que significa? Debt Service-to-Income (DSTI) é um indicador do grau de esforço financeiro em relação ao pagamento de uma dívida. O limite imposto ao DSTI faz parte de uma medida macroprudencial, definida sob a forma de recomendação pelo Banco de Portugal, no âmbito de novos contratos de crédito. No fundo, o DSTI é um dos critérios mais importantes na avaliação de solvabilidade dos clientes para a concessão de crédito. Funciona da seguinte forma: se tiveres DSTI abaixo de 50% poderás ver o teu crédito aprovado. Se, por outro lado, for superior a 50%, os bancos têm orientações para negar a possibilidade de novo crédito. É o que nós geralmente chamamos de taxa de esforço. E como se calcula o DSTI? No fundo, é uma percentagem que resulta da relação entre a soma de todas as prestações dos teus créditos e o teu rendimento líquido mensal. Assim, a fórmula para fazer este cálculo é a seguinte: DSTI = (Total de prestações mensais / Rendimento líquido mensal) x 100 Ora vejamos agora num exemplo prático. Imagina que o teu rendimento mensal líquido, já livre de impostos e contribuições é de 850€. E tens responsabilidades de crédito num total de 300€ mensais. Ora, (300/850) x 100 = 35%. Neste exemplo, a tua DSTI é de 35%, o que significa que ainda cumpres taxa de esforço para fazer mais crédito. Se fizeste este cálculo e chegaste à conclusão que podes avançar com o teu pedido de crédito, podes fazê-lo aqui. Por fim, caso queiras saber mais sobre este assunto, convidamos-te a ver este vídeo no nosso canal do Youtube.   E – Euribor Se nos acompanhas há algum tempo, já nos ouviste falar da Euribor. Temos um artigo dedicado a este tema. A Euribor é a taxa de juro de referência do mercado interbancário europeu. Por outras palavras, é a taxa utilizada entre os bancos nos empréstimos que fazem entre si. Mas existem 5 tipos de Euribor: a uma semana, a um mês, a três meses, a seis meses e a doze meses. No fundo, a Euribor interfere em vários produtos financeiros, dos quais destacamos o crédito habitação. Contudo, só é relevante nos créditos habitação contratados a taxa variável. Se é o teu caso, deves saber que sempre que chega o período de revisão, a tua prestação será revista tendo em conta a Euribor em vigor nessa data. Se quiseres saber mais este tema, podes ver este vídeo no nosso canal do Youtube. Tens crédito habitação a taxa variável e tens sentido os aumentos das prestações mensais? Se calhar está na hora de reveres as condições do teu crédito e procurar melhores soluções. Se for o caso, podemos ajudar-te. Deixa aqui o teu pedido, não fiques de braços cruzados! F – FINE FINE é a sigla para Ficha de Informação Normalizada Europeia. Resumindo, é um documento onde podes consultar todas as condições de um determinado produto bancário. Todas as instituições de crédito são obrigadas a fornecer este documento sempre que vendam qualquer tipo de produto bancário. Trata-se de um documento padronizado. Ou seja, independentemente da instituição bancária a facultá-lo, deve ter a mesma estrutura e conter as mesmas informações. Isto para que seja de fácil compreensão e para que possas comparar várias propostas, sem dificuldade. ‌Portanto, sempre que quiseres recorrer a crédito habitação, podes e deves pedir a FINE, para te salvaguardares de possíveis falhas de comunicação e poderes conhecer realmente o produto que te estão a oferecer. É de salientar que existem dois tipos de FINE: de simulação e de aprovação. Enquanto a FINE de simulação consagra as informações relativas unicamente a uma simulação, a FINE de aprovação consagra as informações sobre o crédito que foi realmente aprovado, e são essas que vão vigorar durante o contrato. Assim, quando pedires um crédito, certifica-te que te é entregue a FINE de aprovação, porque só essa é que realmente tem caráter vinculativo. Se queres saber mais sobre este tema, podes ver o vídeo que publicamos no nosso canal do Youtube. Por fim, estás a pensar recorrer a crédito ou tens alguma dúvida? Podes sempre contactar-nos através do Whastapp.